Como escolher o melhor lubrificante?

O povo inventa receita com tudo. Até pra lubrificante íntimo! Mas será que está correto?

Não sei se é essa onda de programa culinários, mas o povo inventa receita com tudo. Até pra lubrificante íntimo! Uma busca rápida leva a misturas bizarras de ingredientes como linhaça, óleo de coco, babosa… Palmirinhas e aspirantes à Master Chef, APENAS PAREM. Pênis, vagina e ânus besuntados com essas porcarias não farão de você um “gourmet” – mas um cidadão incapaz de diferenciar “comida” de “comida” (notar sorrisinho malicioso para entender a piada). E você ainda corre o risco de ter uma alergia ou uma infecção.

Antes de te dar o passo a passo para escolher o melhor lubrificante DE VERDADE, vamos retomar as aulas do Telecurso Kmed.

Você aprendeu aqui que a lubrificação da mulher é a ereção do homem, sinal de que o corpo dela está preparado para o sexo;

 Aqui, aprendeu que nem sempre não estar molhada significa não estar com tesão;

 Sobre a menopausa, aprendeu aqui que mulheres nessa etapa da vida, muitas vezes sofrem com secura vaginal.

Estudos científicos já provaram que mulheres que usam lubrificante, não só no sexo anal, tem níveis de prazer e satisfação maiores.

 E aqui, você descobriu que é uma baita bobagem ter vergonha de comprar um, né?

Existem basicamente três tipos de lubrificantes no mercado. Fiz um manualzinho didático para você entender as características de cada um, suas vantagens e desvantagens.

1. Lubrificantes à base de óleo: são mais espessos, mancham tecidos (roupas e lençóis) e podem reagir com o látex da camisinha – estragando a qualidade, rompendo ou mesmo colocando em perigo a segurança/eficácia do preservativo. Tanto que estão praticamente extintos do mercado.

2. Lubrificantes à base de silicone: embora não reajam em contato com o látex da camisinha, possuem uma composição química que pode provocar alergias. Limpá-los da pele e dos tecidos não é tão trabalhoso quanto aqueles à base de óleo, mas ninguém merece se preocupar com limpeza depois do sexo – além dos genitais, né, gente?

3. Lubrificantes à base de água: ideais, são os mais indicados por médicos e especialistas. Não interagem com a camisinha, não mancham tecidos, não causam alergias, estão à venda em diversos lugares por preços bem camaradas – de farmácias a sex shops.

Outras dicas fundamentais na hora de comprar o seu lubrificante:

A indústria inventou produtos que lubrificam, esquentam e funcionam até como gel de massagem. Dá uma olhada na linha KMED ☺

Fique atento aos lubrificantes com gosto e ridiculamente baratos – você não sabe exatamente que tipo de química está ingerindo… Espera aí que a KMED vai lançar novidades confiáveis em 2016.

Jamais compre qualquer cosmético/gel/creme/óleo que não seja específico para a região genital – alerta “problemas dermatológicos” e “infecções”.

Fuja de lubrificantes com anestésicos, uma ilusão para sexo anal sem dor. Com a região amortecida, você não perceberá quando a penetração estiver machucando e causando sérias lesões.

Lubrificante não deve ser usado apenas no sexo anal! Funciona que é uma beleza no sexo vaginal, na masturbação e na companhia de brinquedinhos eróticos.

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