Conto Erótico: 10 dias de viagens, 10 brinquedos sexuais

Todo mundo acha que lésbicas não sabem se divertir sexualmente, que a falta de um pau faz toda a diferença e toda aquela baboseira machista. A verdade é que o que nos falta em pau, nós compensamos em criatividade, dedos, mãos e língua. Sem falar em todos os brinquedinhos sexuais que não temos vergonha de usar como outras pessoas.

Essa história é basicamente de como eu e minha namorada conseguimos provar isso em apenas 10 dias e com 10 brinquedos sexuais diferentes. Tudo aconteceu enquanto fazíamos um mochilão pela América do Sul. Foram cinco cidades, dois dias para cada, e um brinquedinho para nos divertir em cada um deles.

Dia 1: Chegamos em Montevideo de ônibus, e para comemorarmos todo o trabalho de irmos de Porto Alegre até lá, terminamos uma noite de bebedeira com um consolo de ponta dupla. A melhor parte de usá-lo é que nenhuma das duas precisou escolher um papel: nós duas nos comemos com mãos de sobra para brincarmos. A Jac adora que eu brinque com a sua bunda, então foi um ótimo momento para deixar meus dedos se aventurarem por aquele caminho.

Dia 2: Resolvemos tirar um tempo para passear no centro da cidade, só que munidas de calcinhas vibratórias. Cada uma ficou com o controle da outra e toda vez que achávamos que a outra precisava de um estímulo, apertávamos uma das três velocidades. Foi muito divertido ver a Jac tentando pechinchar um colar antigo, em uma feirinha, enquanto tinha um orgasmo de velocidade três. Tivemos que parar em um banheiro para que ela jogasse a calcinha encharcada fora.

Dia 3: De Montevideo fomos a Buenos Aires, em que trocamos as calcinhas vibratórias por sutiãs que vibram. E dessa vez usamos em um bar de hostel, enquanto conhecíamos meninas lindas da cidade. Uma delas não conseguiu parar de olhar para meus peitos, que vibravam timidamente, e como meu rosto sempre estava ruborizado. A noite continuou com um delicioso ménage com essa loira hermana, que resolveu fazer o papel de sutiã e nos fez gozar apenas brincando com nossos peitos.

Dia 4: Exaustas de uma noite bem aproveitada a três, resolvemos procurar algum sex shop argentino em nossas caminhadas pela cidade. Voltamos para nosso quarto no fim do dia com um cordão de bolas de pompoarismo. Passamos horas nos revezando, tirando cada umas delas, uma da outra, tudo bem lubrificado até que conseguíssemos as esferas maiores. A melhor parte foi quando a Jac gozou com todas elas dentro. E na bunda dela.

Dia 5: Estávamos tão felizes, bronzeadas e satisfeitas sexualmente, que não vimos motivos para não continuar nos divertindo. Em Santiago, dominei a Jac, usando um chicote e amarras. Ela estava em um estado tão grande de êxtase, que o número de dedos que usei nela aumentou consideravelmente… “As bolinhas realmente fizeram efeito”, pensei.

Dia 6: No segundo dia no Chile, a Jac resolveu me dar o troco e me comeu com uma cinta caralho com dois paus. Foi uma dupla penetração no chuveiro que me deixou de pernas bambas. Sério, fiquei feliz de passar algumas horas sentadas no avião.

Dia 7: No primeiro dia em Lima nós precisávamos relaxar um pouco, então recebei uma massagem com um óleo comestível. Fui o jantar da minha namorada, com ela passando a noite com a cara entre minhas pernas.

Dia 8: Se no primeiro dia eu fui o prato principal, no segundo a Jac foi a minha refeição. Trocamos os sabores do creme, e dessa vez ela gozou em mim.

Dia 9 e 10: Os dois últimos dias, que passamos em La Paz, foram bem corridos, e quase não conseguimos usar dois brinquedinhos. Na pressa para arrumarmos as malas e escondermos todos os brinquedos, decidindo por dois plugs anais, que usaríamos durante o voo. Óbvio que a melhor parte foi lubrificar a Jac com a boca antes de colocar o objeto.

Como nossa viagem não poderia acabar sem uma boa história, estávamos passando pela segurança do aeroporto para entrarmos no avião, quando a Jac resolveu ter um orgasmo de tanto andar com o plug anal. Resultado: um barulho seco e todos estavam olhando para um objeto redondo que acabara de cair do meio das pernas dela.

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