Conto Erótico: A dupla penetração

Ela queria uma terceira pessoal na relação. No final da história, todo mundo saiu ganhando.

Há duas verdades inegáveis na vida: o mundo é machista e os homens não gostam de dividir. Você confirma isso quando resolve propor para seu namorado um ménage com outro cara e não com uma mulher. Eu sou uma mulher bem confortável com minha sexualidade, já fiz de tudo um pouco e o Roberto, meu namorado, sempre foi aberto às minhas vontades sexuais. Até eu propor colocar mais um pau na história. A desculpa dele foi dizer que aquilo não daria certo, que ele não sentia tesão por outro cara.

O que eles não conseguem entender é que algumas mulheres sugerem um outro homem não porque querem ver o namorado se pegando com outro cara – não que isso não seja possível -, mas porque querem dois homens satisfazendo todas as suas vontades. Demorou alguns dias para convencer o Rô, mas usei muitas táticas e chantagens emocionais – incluindo greve de sexo – até que ele topou. Ele exigiu algumas coisas: teria que ser com um garoto de programa, para não rolar nenhum desconforto de encontrar o cara depois e ele sair por aí espalhando que tinha me pegado; ele não precisaria se pegar com o cara e poderia parar a qualquer momento; eu não beijaria o cara, ele estaria ali apenas para me servir.

Pesquisamos na internet quem chamaríamos e o Roberto me deu total autonomia. Tentando me colocar medo, enquanto eu conferia os dotes dos caras e os corpos deles, ele disse algumas vezes que eu teria que compensa-lo. O Roberto não era inseguro: ele tinha um pau bem gostoso e um corpo super trincado. Mas acho que nenhum homem ficaria confortável em saber que sua namorada iria dar para outro homem com ele presente.

O garoto de programa tinha cara de novinho, corpo lisinho, mas grande, e um pau de tamanho médio, mas bonito, cheio de veias. Ele tinha o cabelo com um topete alisado, enquanto o Roberto fazia a linha mais homão, com pelo no peito e cabelo raspado. Seria uma delícia ter tipos físicos tão diferentes. Neto, nome de trabalho do garoto de programa, oferecia local para receber os clientes, então resolvemos aceitar e não nos preocupar com motel.

O nervosismo do Rô parecia ter se dissipado nos dois dias que precederam nosso encontro com o Neto. Debaixo do meu vestido um pouco mais solto, estava usando uma lingerie bem erótica, com cinta, abertura, sutiã mostrando meus mamilos. Queria deixar os dois loucos para depois receber tudo o que tinha direito.

O Neto nos recebeu vestido com um jeans claro e camiseta. O apartamento era grande e arrumado, ele perguntou se queríamos beber algo e nos serviu taças de vinho. Pensei que o dinheiro que iríamos gastar já estava valendo a pena. Enquanto dava uma volta pela sala, Roberto já foi acertar o pagamento de canto, para não ficar aquela coisa constrangedora depois do sexo.

Ficamos sentados no sofá conversando enquanto as taças de vinho continuavam vindo. Estava ao lado do Roberto, enquanto o Neto se sentou em uma poltrona à nossa frente. Fazia questão de acariciar a perna do Rô e ele já estava bem duro. Ele passava sua barba por fazer no meu pescoço e conversávamos sobre experiências sexuais para todo mundo ficar no clima. Uma música lenta começou e puxei o Roberto para dançar. Comecei a me esfregar nele, me insinuar, os dedos dele apertando com força minha bunda.

Neto apareceu por trás, beijando meus ombros e tirando as alças do meu vestido e o puxando para baixo. Roberto pareceu aprovar e a conversa foi trocada pelos barulhos: gemi quando o Neto começou a acariciar minhas costas com sua língua e o Roberto chupava os meus mamilos, meu sutiã sendo arremessado do outro lado da sala. Neto tirou minha calcinha. Roberto também se ajoelhou e me vi recebendo um cunete e uma linguada na boceta ao mesmo tempo. Os dois estavam saboreando meus dois buracos com suas línguas e bocas. Eu gemia cada vez mais alto. Gozei a primeira vez e decidi que era minha vez de ajoelhar.

Abaixei as calças dos dois e comecei a mamar aqueles dois cacetes. Roberto chegou até a movimentar minha cabeça segurando meu cabelo enquanto eu chupava o Neto. Ele mandava eu chupar gostoso, já que eu queria tanto duas rolas. E eu estava adorando! Revezava cada uma delas, enfiava na boca até o talo. Empurrei o Roberto para o sofá, coloquei a camisinha, e sentei com as pernas abertas naquele pau latejando. Neto tomou cuidado para não rolar contato com meu namorado e voltou a chupar meu cu e a dedar minha boceta.

Neto pegou lubrificante e me preparou: naquela hora ele entrou devagar e estava com duas rolas dentro de mim. O Rô parou de se mexer e voltou a chupar meus peitos enquanto o Neto fazia toda a penetração. É uma sensação incrível ter dois paus dentro de você. É uma mistura de poder e prazer. Roberto pegou mais lubrificante e começou a brincar com um dos dedos na entradinha do meu cu. Fomos direto pra cama e lá foi a vez de subir no Neto enquanto o Rô dava um trato na minha bunda. Fiquei completamente arrepiada quando senti os dois em buracos diferentes. Era uma overdose de prazer. Meu namorado puxou meu cabelo e o Neto caiu de boca nos meus mamilos.

Estava na hora de fazer mais uma troca: Roberto me virou e começou a me comer de frango assado. Minha cabeça estava na beirada da cama, então o Neto se levantou e começou a foder minha boca com seu pau cheio de veias. O tempo do programa estava acabando, então queria um final digno de toda aquela putaria: queria sentir e ver os dois esporrando pelo meu corpo. Deitei no meio da cama e os dois, um de cada lado, começaram a bater punheta enquanto eu continuava na siririca.

Em poucos segundos eles estavam gozando nos meus seios e eu gozando nos meus dedos. Eles ainda esfregaram seus paus flácidos nos meus mamilos, espalhando a porra quente pela minha pele. Depois Neto nos ofereceu o banheiro para nos banharmos e tomarmos o tempo que fosse para nos arrumarmos. Quando entramos no carro, Roberto estava sorrindo. Brinquei dizendo que desde o começo, sabia que ele adoraria. Ele respondeu que não estava rindo disso, e sim, de como eu iria ter que recompensá-lo.

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