Conto erótico: A suruba da virada

Amigos, amigos, suruba pode fazer parte! Dois casais resolvem começar 2016 com muito tesão.

Nós tínhamos até a virada. Foi isso que estipulamos depois de conversar bastante, nós quatro, Mauro e eu, Danilo e Lorena. O importante era que nós duas nos sentíssemos confortáveis com a coisa toda, senão não daria certo. Já nos conhecíamos há anos – começamos nossos relacionamentos quase que na mesma época. Mas queríamos uma aventura de virada, algo para determinar que 2016 seria um ano mais excitante.

Quem começou a alimentar a ideia foi a Lorena e o Danilo, mesmo um pouco desconfiado, começou a se acostumar. Em uma noite de bebedeira em casa, ela soltou: “Acho que provavelmente uma das minhas fantasias não realizadas seria uma suruba”, disse Lorena, segurando sua taça de vinho e trocando olhares maliciosos com o Danilo. “E você Lilian, o que você gostaria de realizar com a Mauro?”

Acabamos sendo convencidos e o tesão de pensar em transar com nossos melhores amigos cresceu até finalmente escolhermos qual seria a data, e nada melhor do que o dia 31 para realizarmos essa fantasia.

Decidimos por um jantar mais íntimo no apartamento da Lorena e do Danilo, que tinha uma vista bonita para os fogos de artifício de Copacabana. As regras eram simples: a coisa toda deveria rolar naturalmente antes da virada apenas e todos sempre teriam que estar presentes. Só uma de nós seria o centro da atenção por vez.

Danilo nos recebeu de regata e uma calça com as duas pernas dobradas, enquanto Lorena estava com um shorts curto e uma blusa esvoaçante e transparente que mostrava a parte de cima de um biquíni, tudo branco. Começamos a beber e a trocar carícias sentados em uma pilha de almofadas que os dois montaram de frente para a ampla varanda, para que aproveitássemos a queima de fogos.

Em um dado momento, Lorena e eu nos levantamos para pegar mais vinho e deixamos o Mauro conversando com Danilo, até que os dois se viraram e nos viram ali, no balcão americano da cozinha. Eu toquei em uma mecha do longo cabelo ondulado da Lorena, enquanto ela acariciou o meu ombro. Aproximamo-nos como se tivéssemos esquecido que estávamos a poucos metros de distância dos nossos maridos e nos beijamos carinhosamente e depois com mais força, línguas se entrelaçando. Tudo foi uma conversa sem palavras, com olhares. Os meninos se levantaram das almofadas e se aproximaram, só que cada um ficou atrás da mulher do outro.

Em poucos minutos nós já estávamos peladas, unidas apenas pelas bocas, brincando com os mamilos da outra. Os dois nos viraram delicadamente e eu ainda conseguia sentir o gosto de Lorena em mim. Foi a vez de trocarmos beijos com o marido da outra. De momento em momento trocávamos olhares e sorríamos, porque já não aguentávamos de tesão. Os dois nos levantaram, nos colocaram no balcão americano e começaram a nos chupar, pernas abertas e se entrelaçando. Voltei a beijar a Lorena, louca para sentir aquele sabor novamente, aquela leveza, sempre brincando com as curvas dos seios dela.

Quando os dois levantaram os rostos, Mauro fez algo sem pensar, mas que acabou incendiando ainda mais a noite. Do nada, ele puxou o rosto do Danilo e deu um beijo nele, com língua e tudo. Na minha opinião não pareceu nada estranho, tudo se encaixava naquela explosão de tesão que estávamos sentindo juntos. Nós duas sorrimos quando vimos o ato e o Danilo, mesmo sem graça, não impediu.

Fomos pra sala e a primeira a ser o centro das atenções foi a Lorena. Ela ficou de quatro para o Mauro enquanto chupava o pau do Danilo deitado nas almofadas. Comecei lambendo os mamilos do Danilo, mordendo seu peitoral, até descer para ficar exatamente embaixo da Lorena, brincando com seu clitóris enquanto o pau do meu marido entrava por trás. Só paramos no momento em que ela gozou, Lorena e eu chupando Danilo, que fazia uma cara de que gozaria a qualquer momento.

Depois foi minha vez de ser o centro das atenções: sentei em cima do pau do Danilo, ficando de frente Lorena e Mauro, um verdadeiro filme, enquanto eu subia e descia, compassadamente. Lorena começou a chupar a minha boceta enquanto o Mauro se concentrou nos seus mamilos. Depois ele se levantou e ofereceu o pau duro para eu chupar.

O tempo passou rapidamente enquanto trocávamos de posição e a virada estava próxima. Nós percebemos isso, então jogamos os meninos nas almofadas e começamos a chupar os dois ferozmente, Lorena e seus lábios no pau do Mauro, eu abocanhando a rola do Danilo. Os fogos de artifício começaram e isso foi como um sinal de que eles poderiam gozar: jatos de porra para todos os lados e nós duas trocamos de posição para deitar cansadas do lado deles

Respirávamos pesado e nos desejamos um feliz ano novo. “É… se 2016 for um pouquinho parecido com a foda de hoje, vai ser um ano e tanto”, Lorena falou e todos nós gargalhamos.

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