Conto Erótico: Aquecimento a caminho do motel

A ida para o motel pode ser bem mais excitante do que você imagina!

Por Feiticeira Escarlate, conto vencedor do Concurso de Contos Eróticos da K-MED!

 

Nós estávamos deitados, suados e quase colados, olhando para o espelho que ficava no teto de um motel qualquer. Não era para menos: parecia que tinha feito mais de quatro horas de academia. E o engraçado é que o cara que estava do meu lado era meu instrutor de academia.

Foram horas intensas de sexo, em que ele me comeu de todos os jeitos possíveis naquele quarto. Acabamos com todas as camisinhas que estavam a vista e só paramos quando eu não conseguia mais abrir as pernas e ele não conseguia mais gozar. Estava mais seco que sertão nordestino.

Mas o que fez mesmo com que nos empolgássemos àquele nível foi o caminho ao motel. Por isso acho melhor voltar um pouco ao começo. Fazia muito tempo que flertávamos na academia, até que finalmente trocamos os números dos nossos telefones. Foi só surgir a oportunidade e marcamos. Não fizemos rodeios: queríamos trepar, queríamos sentir nossos corpos nus. Queríamos uma verdadeira malhação erótica.

Voltei do trabalho no dia, tomei banho, passei um hidratante especial e aguardei sua mensagem. Começou a cair uma chuva intensa e quando ouvi o toque do celular, sabia que a mensagem dizia que ele iria atrasar. Mas havia um pedido especial: usar uma calcinha preta bem pequena. Por cima, usei um vestido tão curto e tão leve, que ele conseguiria arrancar com os dentes.

A chuva continuava quando ele chegou, e até o carro consegui me molhar um pouco. Mas minha pele estava tão quente, que parecia que as gotas começavam a evaporar assim que a tocavam. Assim que fechei a porta, o beijei com força, um beijo molhado e sensual. Ele sorriu depois que matei minha vontade e perguntou: “Fez o que eu pedi?”, perguntou, com um olhar autoritário.

Apenas levantei um pouco o vestido e deixe a calcinha aparecer. Ele ligou o carro e começou a sair. Ajeitou o retrovisor para olhar minha cara. Abaixei uma das alças do meu vestido, deixando um dos seios nus. Ele lambeu as pontas dos dedos e começou a acariciar meu mamilo. Fui me tocando por dentro da calcinha e abaixei um pouco o banco de carro.

“Tira”, ele falou. Puxei a calcinha para baixo e abri ao máximo minhas pernas. Ele lambeu novamente os dedos e começou a brincar com minha boceta. Engraçado como os dedos dele eram gentis e firmes ao mesmo tempo, diferente do jeito bruto como ele carregava os pesos na academia. Comecei a brincar com o volume na calça dele, até abrir o zíper. Ele estava duro, veias do seu pau saltando.

Comecei a chupá-lo e ele gemia com um grunhido baixo, delicioso. Nem me importei quando ele abriu a janela para solicitar o quarto para a recepcionista. Continuie chupando e sentido o gosto dele. Isso o excitou mais ainda. Quando finalmente paramos o carro na garagem, ele disse que ia gozar. Aumentei o ritmo, ele aumentou o ritmo dos seus dedos e gozamos juntos, ele na minha cara, eu na mão dele.

Ainda precisamos recuperar um pouco o fôlego para conseguirmos entrar no quarto. Mas comprovamos, que como em qualquer malhação, o aquecimento é muito importante.

Foi bom pra você? Comente: