Conto Erótico: As Vingadoras… DO SEXO!

No Carnaval de rua, duas amigas e eu mostramos como é misturar sexo e folia.

 

Nós estávamos prontas para arrasar no Carnaval de Ouro Preto. As fantasias todas preparadas e um objetivo: trepar com os caras sem medo de recriminação e julgamento. Viajamos em três, as Vingadoras do Sexo, inspiradas pela música Metralhadora, que estava bombando em todos os bloquinhos: Vanessa, Andressa e Ju (eu). Montamos um visual com roupas camufladas e sensuais, pistolas de plástico e um cinto de utilidades com nossas armas secretas: camisinha e lubrificante.

 

Seria trá trá trá para todo o lado. A ideia não era nos embebedar, ou sair atrás de futuros namorados. Éramos advogadas bem-sucedidas e tudo que queríamos eram homens que nos satisfizessem nas ruas de Ouro Preto. Andressa era a mais tímida, então tivemos que mostrar um pouco como fazia. Logo no sábado à tarde, escolhemos nossa primeira vítima, um saradinho vestido de homem das cavernas. Vanessa começou a beijar o Bam Bam e o levou para um beco que parecia vazio.

 

Nós, claro, seguimos e aproveitamos para ter certeza de que ninguém iria nos seguir. No beco, os amassos entre nossa vingadora e o homem das cavernas esquentaram e as mãos dele já corriam sobre os peitos da Van. Mas o que ela queria mesmo era algo na boca. Ela olhou para o final do beco e conseguiu nos ver observando, ajoelhou, levantou a saia de pele falsa do cara e começou a chupar o pau duro dele.

 

Para tentar quebrar um pouco o gelo, comecei a me tocar por debaixo do meu shorts apertado. Sorri para Andressa e ela gargalhou como se estivesse entrando no clima. A Van não parava! O cara estava se controlando para não berrar, olhos fechados, boca semiaberta, e ela nem sequer parava pra respirar. Os dedos do homem tiveram que se segurar na parede da casa em que ele estava se apoiando, quando ele gozou, mesmo resistindo, no decote da Van. Ela nem fez cerimônias: levantou-se, pegou a porra ali das duas dobras, jogou no chão e veio correndo em nossa direção.

 

No domingo foi minha vez. Troquei o shortinho por uma saia camuflada sem calcinha. Enquanto seguíamos o bloquinho, encontrei minha vítima fantasiada de frade, barbudo e com cabelos longos, em um daqueles coques hipster. Dessa vez a Van ficou cuidando da Andressa, tentando fazer com que ela continuasse se soltando. Troquei poucas palavras com o homem religioso e começamos logo a nos beijar. Por minha sorte, ele também não estava usando nada por baixo da bata, o safado. Foi super fácil colocar a camisinha na mão dele e, com apenas um olhar, mostrar o que queria fazer.

 

A bata funcionou quase como uma cortina, enquanto minha saia cobria a parte da frente. Estávamos andando um pouco afastados da aglomeração, colados, ele metendo por trás na minha boceta, em movimentos curtos, mas deliciosos. O fato de ele ter um pau grande ajudou. Enquanto ele beijava meu pescoço, eu já estava quase pronta pra gozar, quando ele finalmente terminou. Virei-me para ele e disse sorrindo, “Benção”. “Já te abençoei pra caralho”, ele falou gargalhando.

 

Não tinha jeito: a Andressa não estava conseguindo passar dos beijos com os caras, mas não queríamos forçar nada. Ela tinha que querer e aproveitar. Conversei com a Van e tivemos uma ideia de levar um cara para nossa pousada e ajudá-la a trepar pelo menos uma vez. Ela consentiu, e no dia seguinte já estávamos procurando um alvo perfeito. Ela se interessou por um homem negro e grande, vestido de egípcio. Chegamos ao nosso faraó e fomos bem diretas nas nossas intenções. Ele topou e a Andressa também.

 

Levamos o cara para nosso quarto e a própria Andressa teve a ideia: “quero te amarrar”. O cara sorriu, todo safado, e disse que topava. A Van e eu ajudamos a amarrar frouxamente as mãos do negão na barra da cama, para ele não achar que era algum tipo de golpe. “Agora vamos deixar vocês um pouco sozinhos”, eu disse. Nós duas fomos ao banheiro e vimos tudo acontecer.

 

Andressa primeiro começou tirando o saiote, a cueca e o grande pau deu aquela estilingada na barriga dele de tão grande, pesado e duro. Ela tirou a roupa e começou mostrando que era uma verdadeira vingadora: sentou com a boceta na cara dele, deixando ele brincar com língua, enquanto ela mesmo acariciava seus peitos. Depois chupou o pauzão do faraó até ele começar a babar por todos os lados.

 

Colocou uma camisinha com dificuldade e bastante lubrificante, e, mais importante, nem pensou duas vezes: sentou naquela rola sem medo, em movimentos lentos e depois com mais firmeza, ficando de costas para o negão, para ele conseguir observar tudo, o pau entrando e saindo. Os movimentos começaram a ficar concentrados e rápidos, e por instinto a Andressa descobriu a hora que o egípcio estava prestes a gozar. Saiu de cima, bateu uma rápida punheta e deixou ele gozar por todo o lençol.

 

Para nossa surpresa, Andressa simplesmente puxou o negão da cama e quase o expulsou só de cueca e saiote nas mãos. Entrou pelada no banheiro, nos encontrando, se olhando no espelho, tocou os seios e disse confiante: “E agora, vingadoras? Quem é a próxima vítima?”

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