Conto Erótico: Comi a mãe do meu amigo no chão da lavanderia

Uma visita à casa da mãe dele foi a oportunidade para um pouco de diversão.

O Junior não queria ir sozinho visitar a mãe em Tremembé, então eu fui escalado como motorista para o feriado. Eu não gostei muito da ideia de ficar isolado em uma cidade pequena, mas amigos são para essas coisas e aceitei o trabalho. Eu já sabia um pouco da história da mãe do Junior e já a tinha encontrado algumas vezes: viúva e triste em São Paulo, ela voltou para cidade em que nasceu para ficar de boa, longe de todo o barulho e poluição em uma casa grande que era herança da família.
Quando chegamos, me desculpei por aparecer como “convidado extra e ofereci minha mão estendida. Ela trocou o cumprimento por um abraço. Me disse que podia ficar tranquilo, que o Junior já a havia avisado.
Marta era uma mulher com pele de caramelo, efeito do sol ou da genética. Tinha um cabelo castanho bem claro e olhos castanhos escuros. Eu fiquei bem impressionado com o rosto dela, como ela continuava linda mesmo com o passar do tempo. Desde a época de cursinho, quando ia estudar com o Junior, me pegava encarando o rosto dela, de traços fortes e determinados, e um corpo forte, como se ela fosse algum tipo de trabalhadora braçal. Ela devia ter no máximo uns 40 anos naquela época. Tive que suprimir uns pensamentos vadios logo de cara. A verdade é que já tinha batido algumas punhetas pensando na Marta.
Ela nos apontou o quarto em que ficaríamos, camas separadas, uma janela grande e bem ventilado. Mas Junior tinha outros planos: ele disse que queria sair para botecar. E foi o que fizemos. Saímos e nos sentamos no primeiro barzinho de esquina que encontramos e começamos a beber cerveja e entornar doses de cachaça. Tava na cara que o Junior queria apagar de vez só para não precisar fazer nada no dia seguinte. Eu tentei maneirar.
Quase tive que levar o cara no colo para casa. Tentei ao máximo não fazer barulho e arremessei o corpo morto dele na cama. Na hora pensei: “melhor pegar um balde caso ele queira vomitar.”
Fui até a área de serviço, próxima ao quintal e lá encontrei Marta, a sombra dela na verdade. Uma camisola transparente esvoaçava com a corrente do ar, dava para ver o contorno dos seios dela, os bicos duros e uma fumaça que ela expelia pela boca.
Entre uma tragada e outra, ela pediu para eu não contar pro Junior. Já bastava o pai dele, quando vivo, recriminando o hábito.
Eu concordei e disse que só estava ali pra pegar um balde pro filho dela, que tinha bebido demais.
Ela me disse que ali não precisava usar o “dona” e se agachou para pegar um balde. Vi de relance a calcinha dela, aquela bunda e a pele macia. Estava duro, então ajeitei o pau na cueca para não ficar visível. Eu cheguei mais próximo e ela me entregou o balde. Nos encaramos e ela sorriu, soprando mais a fumaça do cigarro. Senti também um cheiro de vinho. Ela também parecia um pouco alegre. Ela tocou meu rosto com a mão livre.
“Nem parece mais um garoto. Já é um homem, de barba e tudo”, a mão dela desceu para meu peitoral e ficou ali, meu pau pulsando na bermuda. Ainda deu tempo dela falar que sempre soube que eu iria virar um rapaz lindo…
Não sei se foi reação, tesão, álcool ou uma mistura de tudo, mas me aproximei e roubei um beijo dela, daqueles de tirar o fôlego, de surpresa. Eu deixei o balde cair e ela deixou o cigarro cair no quintal. Começamos a nos pegar com força, avidez, aquela coisa desesperada. Tomei a iniciativa e levantei o tecido leve e comecei a brincar com os mamilos dela, apenas com a ponta da língua. Ela gemeu tão baixo, ninguém conseguiria ter escutado, só eu. Ela apertava meu cabelo com força, enquanto meus dedos seguravam a bunda dela, aquela pele macia.
Virei Marta de costas e desci com minha língua por toda a extensão, até chegar nas curvas da bunda dela. Enterrei minha cara ali e comecei a chupar o cu dela, sério. Ela era tão cheirosa que parecia de comer e morder. Virei minha cabeça entre suas pernas e comecei a chupar sua boceta, minha bermuda já arriada e batendo uma punheta. Meu pau babava como nunca e meus dedos trabalharam rápido para achar a camisinha na carteira.
Ela a pegou da minha mão e com uma habilidade incrível botou a camisinha e sentou ali no meu pau no chão da área de serviço. Ela suspirou pesado, e, sério, eu quase gozei ali, só pelo perigo. Ela aproximou o corpo quente contra o meu, seus seios sob a camisola próximos ao meu rosto. Conseguia sentir seu hálito de cigarro e vinho. Os movimentos eram minúsculos, mas fortes, intensos. Ela subia e descia seu quadril sobre meu pau como se precisasse daquilo mais que tudo.
Fiquei atento para ouvir qualquer barulho, o medo do Junior nos pegar e tudo virar um desastre. Ela aumentou o ritmo e estava pronto para explodir. Nessa hora ela saiu de cima de mim, segurou minha mão e me puxou para ficar de pé, me encostou na parede, puxou a camisinha e começou a me chupar. O calor da boca dela estava sensacional. Enquanto ela chupava sua língua fazia movimentos na cabeça do meu pau, a mão segurando a base, acariciando as bolas. Em um movimento rápido, final, ela tirou a boca e disparei porra para todos os lados, tremendo de tanto tesão. Ela limpou a mão na camisola, se levantou, me deu um beijo no rosto e ainda disse um “Bom garoto” antes de sair.
Fui dormir, mas logo que deitei meu pau ficou duro novamente, e ele ficou assim toda vez que vi a Marta nos dias seguintes. Na despedia ela me abraçou de novo e disse ao meu ouvido. “Venha me visitar mais vezes.”

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