Conto Erótico: Dei para o novinho num clube de sexo

Levei o novinho para uma noite em um clube de sexo e mostrei do que sou capaz de fazer.

“Quem fala?”, eu perguntei deixando meu telefone no autofalante, enquanto passava o creme hidratante na minha pele. Eu precisava tomar um pouco mais de sol, talvez viajar para o Caribe, descansar e renovar o caramelo da minha cor.

“Faz tanto tempo assim que você até já me esqueceu? Achei que a noite tinha sido boa. Ainda estou com os R$ 300 que você me deu”, ouvi do outro lado da linha. Ri alto para que ele pudesse perceber que eu reconheci a voz. Era o Paulo, o garotinho que estava procurando uma noite com uma coroa experiente. Acontece sempre: esses jovenzinhos acham que tem algo para ensinar, que vão nos cansar com sua “energia jovial” e acabam sendo aqueles que aprendem. Eu não desperdicei meus 46 anos apenas criando minha rede de escolas de inglês. Eu também fiz muita putaria.

Ele estava com saudades da surra de boceta que dei nele e com certeza nenhuma novinha tinha dado o trato que eu ofereci naquele primeiro encontro. Mas não queria apenas uma fodinha. Queria ensinar ao novinho novos truques. Então combinei que o encontraria em um lugar que adorava ir de vez em quando. Uma festa peculiar e bastante exclusiva.

Ele apareceu novamente vestido como se estivesse indo para missa. Ri baixo da forma como ele tentava me impressionar. Eu vestia um casaco cinza bem longo, meus cabelos castanhos presos em um rabo de cavalo alto, lábios vermelhos. “Você está mais linda do que a primeira vez, Tatiana”, ele disse, beijando educadamente meu rosto. Minha mão sorrateiramente encontrou sua mala sob a calça e apertei firme. “Não pense que elogios assim vão aumentar sua gorjeta”, sussurrei rindo.

Nos dirigimos a uma entrada da rua que não trazia nenhuma placa, apenas uma fachada preta com seguranças e uma hostess na frente. Disse nossos nomes e entramos sem cerimônias. Eu era convidada VIP. Logo na chapelaria eu tirei meu casaco e revelei meu figurino: um corselete de couro que deixava meus seios à mostra, com cinta liga, luvas pretas e saltos vermelhos. Eu não precisava olhar para o Paulo para saber que ele estava de olhos arregalados.

Ele fez menção de falar algo, mas o calei com um dedo sobre seus lábios. Nada de perguntas, de explicações, o peguei pela mão e o levei por corredores que só eu parecia entender. Entramos em um salão redondo branco e fomos recebidos por duas belas meninas, peladas da cintura para cima, nos oferecendo taças de champanhe. Em volta, casais conversavam baixo, trocando sorrisos maliciosos, música sensual de fundo. Todos se calaram quando entrei. Olhei em volta e sorri em aprovação. Peguei o Paulo, nos sentamos e comecei a beijá-lo ferozmente. Peguei suas mãos e coloquei sobre meus seios, suguei todo o ar dele. No centro do salão, duas correntes com algemas começaram a descer do teto e as duas meninas que nos receberam começaram a ajeitar o cenário.

Paulo perguntou o que estava acontecendo e eu respondi que estávamos em um clube de sexo e ele era a atração da noite. Ele ficou um pouco assustado e já estava pronto para fazer várias objeções, mas eu tomei controle da situação: desafivelei o cinto dele, abaixei sua calça e comecei a chupá-lo ali, na frente de todo mundo. Ele apertou o estofado do sofá branco de couro enquanto trabalhava na rola dele: beijei a cabeça, desci com meus lábios pressionando cada centímetro e massageei suas bolas. Cuspi no seu pau e enquanto batia uma, chupava o saco dele, sua virilha, deixando o Paulo mais solto. Depois o levantei e disse para ele ficar no centro do salão. As duas atendentes entenderam meu sinal e quando ele já estava posicionado, prenderam os pulsos do Paulo com as algemas. Os casais em volta não faziam nada, apenas trocavam carícias, beijos. Um mais ousado começou a se masturbar: ele com os dedos por baixo da saia da namorada, ela batendo uma punheta no pau dele que saía da abertura da calça.

Eram todos conhecidos, que curtiam ver o que estava prestes a acontecer. Sussurrei no ouvido do Paulo para que ele ficasse tranquilo. Não faríamos nada que ele não fosse pedir para repetir.

Eu tinha combinado com as meninas – que contratei justamente para isso – o que elas deveriam fazer, mas elas podiam se sentir livres para serem criativas. A menina n°1 começou a beijar e lamber as costas do Paulo, enquanto a n°2 foi direto nos mamilos dele. Ele fechou os olhos e começou a gemer. A garota n°2 chupava e dava pequenas mordidas nos mamilos duros do Paulo; a n°1 acariciava as laterais do tronco dele com as pontas dos dedos. Enquanto isso, eu observava, anotando mentalmente tudo o que ele gostava.

A garota n° 2 começou um boquete no Paulo, e resolvi ajudar chupando novamente seu saco. Mas a surpresa que ele teve foi quando a n°1 resolveu chupar a bunda dele. Ele tentou impedir, mas levantei e disse a ele que não precisava ter medo, que ele ia gostar. Enquanto recebia seu primeiro cunete, Paulo se contorcia como se estivesse tendo um ataque epiléptico: suas mãos apertavam as correntes, ele grunhia como um animal e as minhas duas escravinhas continuavam no duplo oral, uma no pau dele, outra no cu.

O pau do Paulo estava babando como nunca e estava na hora de tirar leitinho daquele macho. Então as meninas me ajudaram colocando uma camisinha nele, enquanto eu tirei minha calcinha vagarosamente na frente dele. Abaixei meu tronco, segurei meus tornozelos e deixei minha buceta e cu bem à mostra. As minhas assistentes sexuais pegaram um lubrificante e começaram a massagear os lábios da minha vagina e cu.

Aproximei-me do corpo dele e começamos a esfregar o pau dele na entradinha da minha boceta e depois na entradinha do meu cu. As meninas finalmente perceberam a deixa para soltar o Paulo de suas algemas. Ele nem conseguiu se segurar: me pegou pela cintura, me colocou de quatro e começou a me foder com força. Minhas assistentes continuaram a acariciar o corpo dele, a trocar beijos com bastante língua e saliva e eu estava nas alturas. Nada melhor do que atiçar o macho antes de dar para ele. Nada como ficar no controle.

Trocamos para o frango assado e enquanto ele metia mais e mais, as meninas começaram a chupar os bicos dos meus seios. Eu usava minhas mãos para brincar com os clitóris delas. O rosto do Paulo estava vermelho e ele aumentava cada vez mais a velocidade. “Quer dar leite pra gente?”, a garota n°1 falou. Elas se deitaram comigo, uma de cada lado, e começamos a nos beijar.

Paulo tirou a rola de dentro de mim, arrancou a camisinha e começou a jorrar porra em nossas caras, nossos peitos e continuávamos nos beijando. Ele esfregou o pau, que começava a amolecer, nos meus seios e nos das meninas.

Ele despencou no chão ainda sem ar e eu levantei, pegando uma toalha que a garota n°2 pegou em um dos sofás. Paulo fez menção de ir atrás de suas roupas mas o parei na hora. “Calma, meninão. A noite só começou. Você ainda precisa comer minhas duas amiguinhas aqui e os nossa plateia gostaria de participar também.”

A noite foi bem longa mesmo.

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