Conto Erótico: Filme Pornô de Elevador

"Um morador atiçou tanto, que se pegou com outro cara no elevador só para eu ver na câmera da portaria."

Trabalhar como porteiro pode ter dois extremos: ser a coisa mais divertida do mundo ou a mais chata. E o que determina isso é o prédio no qual você trabalha. No meu caso, tudo ficava mais divertido por causa de um dos moradores, o Márcio. Ele era gay e vivia me provocando diariamente. Era do tipo baladeiro e chegava às vezes meio alegre e começava a me provocar, querendo saber o tamanho do meu pau, se eu deixava ele me chupar. Dizia que eu tinha um corpo sarado que ele gostava, curtia meus braços e meus olhos negros. Mas eu nunca tinha coragem de responder, queria manter meu emprego. E eu tinha começado fazia pouco tempo, o que tornava tudo ainda mais perigoso.

Ele era daqueles magros definidos, com rostinho de garoto, lisinho. Chegava da academia e tirava a camiseta no elevador e começava a se tocar, pegar na mala dele, sorrir pra câmera, porque sabia que eu estava olhando tudo. Eu tinha muita vontade de comer o moleque, mas, como eu disse, a coisa tava difícil e não dava pra ficar arriscando. Mas já tinha batido algumas punhetas pensando na bundinha lisa que o Márcio tinha, dele gemendo até gozar com meu pau dentro do seu cuzinho.

Um dia ele chegou da balada acompanhado com um cara fortão, desses gordinhos de braços fortes, barbudo e careca. Usava camisa, e os dois riam enquanto passavam pela minha cabine. Saí na porta para cumprimentar os dois e o Márcio piscou pra mim. Ele estava com fogo e eu sabia que os dois iam trepar até não conseguirem mais. Deu uma inveja.
Ao passar por mim, perguntou se eu não queria me juntar e depois entrou no elevador.
Eu apenas respondi com um boa noite.

Voltei para minha cabine e observei os dois conversarem um pouco e depois começarem a se acariciar. O Márcio morava em um dos últimos andares, então teve bastante tempo para ele enfiar a mão na calça do cara e beijar o pescoço dele. O gordinho apertava forte a bunda arrebitada dele e sorria. Mas quando chegaram no andar certo não pararam por aí: o Márcio tirou um dos tênis e colocou na porta para não sair do andar.

E aí a coisa esquentou. Eles começaram a se beijar forte, o Márcio abriu os botões da camisa do cara e começou a chupar o peitoral dele, grandão e peludo. Não me segurei. Abri o zíper da calça e tirei o pau pra fora, grosso e já duro. Comecei a bater uma quando o cara abaixou a bermuda do Márcio e começou a lamber o cuzinho dele ali mesmo, no elevador. Que tesão era ver. A imagem cinzenta só deixava mais espaço para minha imaginação: pensei no cu lisinho do Márcio, como deveria ser bom de lamber e enfiar a língua ali na entradinha pra deixar tudo molhado e pronto.

O cara estava ajoelhado e com o pau pra fora da calça, pronto pra meter e ninguém pra atrapalhar. Eu já tava pronto pra gozar, mas queria ver a cara do Márcio levando rola no cu. O ursão se levantou e o Márcio começou a chupar aquela pica grossa, fiquei imaginando que fosse a minha, babando na boca dele. Rapidinho ele colocou uma camisinha no cara, entregou um sachê de lubrificante, e se virou contra o espelho do elevador, empinou a bunda redondinha e deixou o cara entrar com força.

Ele metia de bater a barriga dele na bunda, dava quase pra ver o suor do cara gotejando nas costas do Márcio, ele grunhindo com o pau naquela bundinha apertada. A cara do Márcio já estava imprensada contra o espelho, e ele sorria olhando pra câmera. Deu uma piscada e eu sabia que era pra mim. Acariciei a cabeça do meu pau e comecei a bater com vontade, firme, do começo ao fim da minha vara. O grandão já estava diminuindo a velocidade e sabia que ele ia gozar então liberei tudo, porra pra todos os lados da portaria, incluindo o monitor. O grandão, cansado, abraçou o tronco do Márcio que continua sorrindo. Os dois fecharam os zíperes, pegaram o tênis da porta e vazaram.

No dia seguinte o grandão saiu sozinho, o Márcio só foi sair na hora do almoço. Ele me cumprimentou novamente com toda aquela malícia, mas dessa vez eu não me importei com mais nada. Falei sorrindo que Domingo eu folgava.
O convite estava feito. Queria meter no Márcio na portaria mesmo.

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