Conto Erótico: Kamasutra com Netflix

Depois de julgar minha criatividade, mostrei para minha namorada como se transa em estilo cinematográfico... ( ͡° ͜ʖ ͡°)

 

Eu tenho que admitir que depois da experiência com o Snapchat, a vida sexual com minha namorada melhorou bastante. Mas com o aumento no número das trepadas, aumentou também a chatice dela. Explico: depois da experiência, a Marina começou a se sentir a mestre do sexo. A gota d’água foi no Dia dos Namorados, que depois de um jantar romântico e um sexo em que ela viu estrelas, ela disse que eu estava muito acomodado no sexo. Então, decidi que queria uma revanche para mostrar que eu poderia ser audacioso na cama. E para isso, eu usaria uma das minhas melhores companheiras: a Netflix, para me inspirar com grandes momentos sensuais do cinema.

No fim de semana marcado, recebi a Marina bem-vestido, com blazer e tudo, e um drink na mão. Ela sorriu, mas com aquele descaso e tom desafiador dela.  Pedi para que ela fechasse os olhos e com uma habilidade que nem eu sabia que tinha, passei por trás dela e vendei seus olhos com uma faixa branca. Ela riu um pouco e finalmente perguntei: “Pronta para nosso kama sutra de Netflix?”

Comecei a beijá-la antes que ela pudesse fazer algum comentário sarcástico. Com firmeza, a coloquei no chão, sobre o tapete da sala, enquanto segurava o copo do drink. A referência aqui era 9 ½ semanas de amor. Molhei as pontas dos dedos no drink frio e deixei algumas gotas caírem na boca da Marina. Ela sorriu de um jeito safado e roubei aquelas gotas direto dos lábios dela. Depois peguei um cubo de gelo e passei de leve em seu pescoço. Fui descendo pelo seu decote, naquele vestido vermelho que acentuava as curvas e peitos enormes dela. Depois foi a vez da minha língua fazer o mesmo caminho.

Enquanto isso, minha outra mão já subia pelas pernas dela, levantando a base do vestido, tocando o tecido da lingerie. Terminamos com um beijo bem quente com o resto de gelo esfriando nossas línguas. Segurei sua mão e a levantei, carregando-a com força e colocando-a sentada em minha estante  de DVDs e games. Ela quase ia falar para eu tomar cuidado, mas a calei com a mão sobre seus lábios. Ofereci um dedo e ela começou a chupar. Desci para suas pernas tirando sua calcinha e a jogando longe. Antes que pudéssemos recuperar o fôlego, falei no ouvido da Marina que o banho dela já estava pronto.

Eu tinha uma banheira em casa que pouco usava, mas dessa vez ela estava cheia e com pétalas de rosas cobrindo sua superfície. A inspiração era Beleza Americana. Tirei o seu vestido com cuidado, beijando seus ombros, enquanto ela prendia o cabelo. Ofereci uma mão para ela entrar e ela perguntou se eu não iria acompanhar. Disse que o banho era dela. Passei uma esponja em suas costas, descendo pelos seus seios, sua barriga, sua boca e hálito quente próximos ao meu pescoço. Começamos a nos beijar, e enquanto nossas línguas dançavam em nossas bocas, meus dedos acariciavam a boceta dela embaixo dágua. Ela só parava para gemer um pouco, para dizer que estava acertando o ponto correto, que estava na velocidade certa. Ela mesmo tomou controle e começou a movimentar minha mão, colocando um dos meus dedos dentro, ritmando do jeito que ela mais gostava. Mais uma vez ela gozou, segurando meu pulso com força, a cabeça encostada no meu pescoço.

“E agora para o ato final…”, a levei para o quarto, ela completamente nua. Comecei a tirar a roupa e ela notou as cordas nas extremidades da cama. Ela sorriu, e fez o papel de dominada, deitando no centro da cama e esperando que eu fosse lá para amarrá-la, como no filme Ninfomaníaca. Foi minha oportunidade de fazer tudo o que eu queria e tudo que dava prazer para a Marina. Primeiro minha língua percorreu cada centímetro do corpo dela, ela gemendo e tremendo, arqueando seu tronco e pedindo por mais.

Meu pau estava duro e pronto para senti-la por completo. Para preparar o território, comecei a chupar a boceta dela, já bem molhada. Fiquei brincando com minha língua até chegar no cuzinho dela, seu corpo inteiro se contraindo de prazer. O tesão de estar amarrado é a espera. Eu deixei a Marina com tanta vontade que ela quase começou a gritar para que eu a comesse. Enquanto a chupava as pontas dos meus dedos percorriam as beiradas do corpo dela. Cada vez que ela gemia eu apertava os peitos dela, brincava com seu mamilos entre meu indicador e polegar.

Ela não aguentava mais esperar! Comecei primeiro brincando apenas com a cabeça do meu pau, acariciando os lábios da boceta dela. Eu entrava um pouco, saía, voltava. Até que decidi soltar as amarras e a Marina pulou em cima de mim como se fosse a Sharon Stone em Instinto Selvagem. Dessa vez ela amarrou minhas mãos e começou a sentar no meu pau de forma selvagem. Não consegui aguentar por muito tempo e quando gozei ela caiu sobre meu peito nu, os dois completamente suados.

Enquanto nos recuperávamos, ela começou a tentar adivinhar as referências, mas só conseguiu acertar metade delas. “Agora você vai ter que se esforçar muito para superar esta noite”, eu disse. “Desafio aceito”, ela respondeu sorrindo.

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