Conto Erótico: MasterSex

Transformei uma noite romântica em uma competição gourmet com meu namorado.

“Caralho, começou aquela competição de comida lá, que todo mundo vive comentando, dos chefs de cozinha”, João falou do sofá.

“Você sabe que está namorando uma chef de cozinha, né?”, gritei rindo. Voltei para sala com os petiscos e me joguei no sofá para seus braços, para aquele calor que era o João, um corpo grande, que te acolhe. Nada daquele corpo todo definido e sem graça. Ele tinha uma barriguinha sexy, braços fortes, uma barba espessa e um olhar safado e guloso que me prendiam. “Eu adoro! Pode deixar aí”, falei.
“Poxa, Camila, sério? Esse programa é que nem sexo com comida: não dá certo!”

“Ah é?”, falei indignada. “Então vamos fazer uma aposta! Se eu conseguir atiçar seu tesão usando comida e um pouco de sensualidade você vai ter que assistir a temporada inteira comigo”, ele me olhou incrédulo e já ia retrucar, mas antes que ele pudesse fazer qualquer coisa eu estava acariciando o pau dele por cima da bermuda, sentindo-o crescer, acariciando a barriga dele como forma de convencê-lo.

“Será nossa competição: você precisa comer os pratos e se segurar para não me comer”,  segurei mais firme o volume na bermuda dele. “Se você não gostar e não gozar, nunca mais precisa ver o programa.”

No dia seguinte eu preparei todo o cenário, com uma mesa clássica para dois, uma toalha branca e velas espalhadas por alguns móveis em volta.

Quando ele chegou, estava com uma lingerie branca super bonita, mas simples, e um chapéu de chefe de cozinha bem teatral. A calcinha era um fio dental e o sutiã era transparente na sua metade superior, deixando aparecer parte da aréola dos meus mamilos. João chegou, passou a mão pela barba e quase salivou. Ele foi se aproximando e eu já impedi com um aceno de mão, apontando para sua cadeira na mesa. “Pode se sentar na mesa, senhor.”

O cardápio foi uma mistura de receitas com ingredientes afrodisíacos: de entrada, aspargos assados com um pouco de pimenta do reino e enrolados em tiras de bacon com um molho de gengibre, para começar esquentando; de prato principal um picadinho de filé mignon com um molho de mel e mostarda e um arroz com funghi, para adoçar, mas manter o calor. E por fim uma sobremesa que vocês vão precisar esperar para conferir.

Antes de tudo, voltei para sala com uma garrafa de champanhe e de, propósito deixei que um pouco do líquido voasse para fora, fazendo com que algumas gotas caíssem em meu decote, deslizando e deixando minha pele úmida. Virei-me para encher a taça de João e ele ficou encarando meus peitos, ali na cara dele, as pequenas gotas desafiadoras. Depois que enchi sua taça, coloquei a garrafa na mesa e me sentei no colo dele, minhas pernas abertas contornando a cintura dele. Peguei a taça e derramei um gole do champanhe em sua boca. Antes que ele pudesse engolir, fui ali e roubei um beijo gostoso e apaixonado. Ele já estava duro sob a calça, suas mãos apertando os contornos de minha bunda.

Levantei e fui buscar a entrada. O jantar foi todo assim: uma brincadeira de provocações e comida boa.  Quando trouxe os aspargos, não me sentei do seu lado, sentei-me na mesa, de frente para o João e fui o alimentando, deixando que ele chupasse e lambesse o molho de gengibre dos meus dedos. Eu já podia sentir o calor do corpo dele aumentar, nossos olhos cravados um no outro, as mãos dele nas minhas coxas, louco para arrancar minha roupa, mas se segurando para não perder a aposta.

No picadinho, ficamos de lados opostos, só que quando um pouco do molho de mostarda caiu em meu sutiã fui teatral: “Nossa, como sou desastrada!”, falei com um choque afetado, tirando-o e deixando meus seios nus. João já estava vermelho com todos os molhos apimentados e termogênicos.

Por fim a sobremesa. Trouxe uma pequena travessa com uma tampa de metal. Sentei-me novamente na mesa de frente para o João e revelei um petit gateau de chocolate branco com calda de romã. Entreguei uma colher para ele saborear o doce, enquanto me servi com o dedo indicador. Enquanto ele soltava pequenos gemidos de prazer, eu “sem querer” deixei um pouco da calda e do recheio branco caírem bem no bico de um dos seios. E essa foi o que eu chamei da “calda d’água”.

João empurrou a cadeira, se levantou, tirou a bandeja da minha mão e começou a me beijar. “Vai perder a aposta?”, perguntei sem fôlego. “Foda-se”, ele respondeu. Antes que pudesse reagir ele pegou o que tinha restado do pequeno bolo com uma mão e o destruiu nos meus peitos, chupando e comendo a calda da minha própria pele.

Ele me virou, coloquei minhas mãos sobre a mesa e ouvi o barulho do cinto dele sendo desafivelado e depois ele arrancou minha calcinha com uma força que eu desconhecia. Parecia que a comida tinha mesmo feito resultado. Ele pegou o resto de caldo e recheio e começou a massagear minha boceta, a passar sobre minha bunda e só assim ele começou a enfiar. Primeiro devagar, mas quando ele tentou mais forte eu pedi para ele passar o lubrificante que deixara ali perto, já sabendo que ia ganhar. “Mas ainda quero te chupar depois…”, ele falou. “Tudo bem, o lubrificante também é de comer”, falei rindo.

Ele puxou meu cabelo, e levantei meu tronco, o corpo dele se chocando contra o meu, as bolas dele quicando entre minhas pernas. Seus dedos passavam por todas as partes do meu corpo, espalhando o sabor do chocolate e de romã por todos os meus poros. “Você conseguiu o que queria né, minha chef safada? Ganhou a competição e vai ganhar um prêmio”, ele disse no meu ouvido aumentando a velocidade. E eu sabia o que isso significava. Ele saiu de mim, eu me ajoelhei e ele só precisou de alguns segundos para gozar nos meus seios, a porra dele se misturando com o branco do bolo. “Agora é sua vez de me cobrir”, ele me levantou e me colocou no balcão novamente, enfiou a cara no meio das minhas coxas e só saiu dali quando não havia mais calda nem lubrificante na minha boceta e eu tinha gozado na cara dele.

Deitamos no sofá, exaustos, ainda sujos de todos os ingredientes. “Certeza que ainda vou achar caldo e caroço de romã no meu saco a semana inteira”, ele riu. “Isso não importa, o que importa é que você perdeu e agora temos uma temporada inteira de competição de chefs pra assistir”, respondi, pegando um pouco de cobertura que sobrou do meu seio e colocando nos lábios dele.

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