Conto Erótico: Meu dia de Magic Mike

Resolvi encarar o desafio de virar um striper por uma noite, só para conseguir finalmente comer a bunda da minha namorada.

Se tem uma coisa que esses filmes do Magic Mike fizeram foram arruinar as vidas de todos os homens do mundo. Parecia que toda mulher queria que seu namorado ou marido fizesse pelo menos um strip-tease para apimentar as coisas. O problema é que sou um péssimo dançarino, daqueles que quando me mexo consigo mais risadas do que qualquer outra coisa.

Meu aniversário de namoro com a Sheila estava chegando e finalmente a tinha convencido de que iríamos fazer anal – “Mas com muito lubrificante tá, amor?” – e eu precisava pensar em alguma coisa para impressioná-la em troca. Ela já vinha falando dos filmes, principalmente com esse segundo quase saindo nos cinemas e por isso resolvi encarar o desafio de virar um striper por uma noite, só para conseguir finalmente comer a bunda da minha namorada. (risos)

Mas para isso eu precisava melhorar minhas habilidades como dançarino. Sabia que não iria encontrar uma escola de strip-tease me esperando na esquina de casa, então tive que me virar: fui até a professora de Zumba da minha academia e expliquei minha situação – Lógico que omitindo a parte toda do sexo anal para não assustá-la, né.

Durante três semanas tive aulas particulares com essa professora na academia do meu prédio, tentando achar passos que me deixassem sensual sem parecer muito feminino ou desengonçado. Algo que realmente excitasse minha namorada a ponto dela ficar convencida de que me esforcei e que merecia meu prêmio.

No último dia, a professora disse que eu estava bom o suficiente para não passar vergonha, o que pra mim foi suficiente para não desistir daquilo tudo. Por sorte tinha mantido um físico mais ou menos e não estava com aquela barriguinha de cerveja dos tempos de faculdade.

Na noite do nosso aniversário, levei ela num daqueles motéis bacanas, com bastante espaço para a performance, deixando apenas uma cadeira no meio do quarto. Eu levei ela vendada até o quarto e a sentei, pedindo para que tirasse a venda apenas quando a música começasse a tocar. Enquanto isso estava no banheiro respirando fundo, com meu terno comprado de sex shop, com velcro na calça, cueca nova e coladinha – do tipo sungão, por que nem fodendo eu ia usar uma tanga.

Quando a música começou, ela tirou a venda e me viu de costas, com um chapéu e terno, pronto para começar meus passos. Ela estava com um vestido curtíssimo, perna cruzada sobre a outra. A coreografia saiu melhor do que eu esperava, talvez por causa de toda a adrenalina, todo o tesão contido. O começo da dança era lento para me dar tempo de desabotoar a camisa, bem lentamente, para ela ver que eu estava me esforçando ao máximo. No banheiro tinha passado um pouco de óleo de bebê, que parecia fazer meu corpo ficar mais definido. Passava minhas mãos sobre meu peitoral, pelo cabelo com aquele aspecto molhado como se eu estivesse suando só de prazer que eu estava sentindo por ela. Me virei e fiz minha primeira lap dance, sentando no colo dela, deixando que ela pegasse em minha bunda e na virilha, sentindo meu pau completamente duro. Usei minha gravata para amarrar as mãos dela nas costas. Ela aproveitou para lamber e chupar um dos meus mamilos.

Na hora de tirar as calças foi que finalmente cometi um erro. O velcro demorou para saltar e tropecei, caindo de joelhos. Tentei disfarçar, mas quem salvou mesmo a situação foi minha namorada. Ela simplesmente abriu as pernas e percebi que ela estava sem calcinha e completamente depilada.

“Chega de dancinha”, pensei. Cheguei perto da cadeira e levantei o vestido dela, puxei seu quadril para mais perto de mim e caí de boca sem pensar duas vezes. Ela estava tão úmida e quente, que fiquei longos e prazerosos minutos aproveitando cada lambida, entrando e saindo com minha língua.

Levantei ela e a joguei na cama para continuar entre suas pernas, ela se soltando da gravata e passando seus dedos entre meus cabelos. Meus dedos apertavam os bicos dos seios dela enquanto ela gemia mais alto até do que a música, e aí ela finalmente explodiu na minha cara e eu agradeci internamente ao Tatum. Deitei do lado dela sem ar. “Nossa, isso foi incrível. Melhor presente do mundo.”

“Você sabe que ainda falta dar o meu, né?”, falei sorrindo e indo para cima dela.

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