Conto Erótico: Minha primeira vez com uma mulher

"Numa casa de swing, meu namorado se empolgou com uma outra mulher. Então, eu achei uma pra mim também!"

Homens. Essa racinha egoísta que não sabe dividir fantasias sexuais. O meu ex-namorado era um exemplo disso: qualquer coisa de diferente que fazíamos na cama parecia algo feito exclusivamente para ele. Assim que ele gozava, esquecia que eu também estava ali e me deixava na mão – ou nas mãos, nos brinquedos eróticos…

Mas não deixei isso acontecer por muito tempo. A última dessas vezes, ele me levou para uma casa de swing e eu fiquei toda empolgada para transar na frente de outros casais, trocar de parceiros e essas coisas. Mas acho que o João tinha outros planos em mente.

Coloquei meu melhor vestido de biscate, vermelho, curto, lingerie nova, toda preta e achei que estava arrasando. O João vestiu apenas uma roupa social, porque o lugar parecia ser chique e ele queria impressionar. Íamos gastar uma nota, mas pensávamos que valeria a pena.

O clube era superexclusivo: você pegava uma van em um local determinado e chegava no endereço sem saber ao certo onde ficava. Quando entramos percebemos que o clube era top! Todo bem decorado, com uma pista enorme no centro, bares nas laterais e sofás espalhados em alguns pontos ou nos camarotes. João apontou para uma escada que casais e mulheres usavam para chegar a um segundo andar e disse que a verdadeira diversão acontecia lá em cima.

Era lá que ficavam as salas nas quais rolavam toda a putaria. Fiquei ansiosa e começamos a beber alguns drinks para nos soltarmos. Percebi logo de cara que o João olhava para uma dupla de mulheres no meio da pista. Elas sorriam e ele correspondia. Nossa conversa parou por um momento quando as duas se aproximaram e se apresentaram: Luana e Beatriz. Eram amigas e meio que “trabalhavam” ali. Eram garotas de programa que eram chamadas para que o lugar não ficasse muito lotado de homens e para satisfazerem as fantasias de casais que por acaso não quisessem fazer um troca a troca.

A Beatriz foi quem mais me chamou a atenção: cabelos ruivos, sardas espalhadas pelos ombros, seios turbinados de silicone e lábios carnudos que davam vontade de dar pequenas mordidas durante o beijo. Elas propuseram um pacote especial, as duas por um preço único, para a gente fazer uma festinha em uma das salas do andar de cima.

O João olhou pra mim e eu topei quase que imediatamente. Estava com tesão, animada e muito interessada na Beatriz. Se tivesse que me pegar com outra mulher, com certeza ela seria minha primeira escolha. As duas nos pegaram pelas mãos – a Luana guiou o João, enquanto a Beatriz me puxou – e subimos as escadas. Chegamos a uma fila de corredores escuros, iluminados por luzes azuis neon. Luana abriu uma das portas e entramos.

O João se sentou no sofá redondo no meio da sala, como se fosse o dono de um harém. Nós três tiramos nossas roupas bem devagar enquanto ele terminava seu último drink. Mas a Luana foi um pouquinho mais apressada: enquanto a Beatriz me ajudava com o vestido, ela já estava na cama se beijando com o João. Eu não liguei no começo, porque estava um pouco concentrada na Beatriz descendo meu vestido lentamente e parando ajoelhada na minha frente. Ela pegou uma das minhas pernas e colocou sobre sua coxa e começou a acariciar a minha pele, do tornozelo até as dobras da minha virilha. Tremi e fechei os olhos. Os dedos dela começaram a brincar e passear no limiar entre o tecido e minha virilha, as pontas quase tocando minha boceta toda molhada. Quando abri os olhos, a Luana já estava chupando o pau do João e os dois nem pareciam notar a gente. Beatriz sussurrou que estava tudo bem, e que a gente também poderia se divertir sozinhas, depois disso saímos do quarto para o corredor. Chegamos até uma outra porta e antes de abrirmos a Beatriz me encostou na parede e me deu um daqueles beijos bem dados.

Ela abriu a porta devagar e entramos em uma sala parecida com a anterior, só que cheia de espelhos em volta. Ela me explicou que atrás de cada um deles havia uma cabine para clientes entrarem e olharem tudo o que acontecia na sala. Fiquei um pouco assustada, mas ainda mais excitada. Fui para perto de um dos espelhos para ver se conseguia enxergar algo e a Beatriz chegou por traz, beijando meu pescoço, meus ombros, bem de leve. Seus beijos foram descendo as minhas costas, seus dedos se entrelaçando pelos meus cabelos. Quando dei por mim estava vendo meu rosto refletido no espelho, bem de perto, minha bunda empinada enquanto a Beatriz massageava as duas nádegas, dando alguns tapas. Ela soltou meu sutiã e comecei a acariciar meus seios como se estivesse fazendo um show para a pessoa do outro lado. Ali mesmo ela abaixou minha calcinha e começou a chupar meu cu, primeiro beijando de leve, depois circulando a entrada com a ponta da língua e depois chupando.

Comecei a bater uma siririca e gemia como se estivéssemos sendo filmadas para algum filme pornô. Era uma verdadeira mistura de encenação e prazer verdadeiro. Beatriz me puxou pela mão e me levou para o sofá circular no meio da sala. Conseguia sentir os olhos invisíveis que nos observavam, as punhetas escondidas que estavam sendo batidas. Ela me deitou, abriu minhas pernas e começou a mesma brincadeira com sua língua em minha boceta. Mas não conseguia aguentar: peguei a cabeça pelo cabelo e enfiei o rosto dela por completo dentro de mim. Ela gemia e era uma delícia sentir nossos lábios se misturando. Apertava os bicos dos meus seios com força, era uma dor de arrepiar.

Beatriz encaixou suas pernas entre as minhas e começamos a nos masturbar, uma brincando com o clitóris da outra, roçando nossas peles e deixando tudo úmido. Depois disso ela se posicionou como se fosse me comer de papai e mamãe e com alguns dedos começou a me penetrar de leve. Não precisávamos do João e esse pensamento fez com que minha siririca ficasse ainda mais intensa.

Ela começou a chupar meus dedos, enquanto nossos dedos se revezavam entre minhas pernas, nosso suor se misturando, nossas línguas se unindo no final. Trocamos mais uma vez e fizemos um 69, as duas se chupando com ferocidade. Disse que queria gozar na cara dela esperando que nosso público invisível pudesse ouvir. Ela respondeu que também iria gozar na minha cara. Continuamos nos chupando e acariciando até que as duas começaram a tremer quase que sincronizadas, uma melando uma a cara da outra e depois caindo exaustas na cama redonda. Ficamos acariciando uma a perna da outra, e uma posição sensual, como se estivéssemos deixando nossa plateia apreciar nossos corpos.

Ela me perguntou se eu não iria atrás do João. Eu disse apenas que queria repetir tudinho, voltando a beijá-la, pronta para mais.

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