Conto Erótico: No Sexo Anal, Vi Estrelas de Prazer

Com a ajudinha de um lubrificante e um anel peniano gozei duas vezes sob as estrelas.

Sabe aquela coisa de que quando o sexo anal é bom você chega a ver estrelas? Pois é, depois de alguns anos em um relacionamento, as estrelas começam a ficar um pouco mais distantes. Ou simplesmente perdem toda a sua luz e morrem. E é aí que fica o segredo de manter as estrelas de um relacionamento sempre acesas: sempre tentar coisas novas.

 

Meu marido estava sendo um pouco literal quanto a parte das estrelas: para comemorar o nosso aniversário de casamento, ele resolveu preparar uma viagem para um resort fora de São Paulo para que pudéssemos transar ao ar livre, sob o céu estrelado daquele clima bom que estava fazendo.

 

Obviamente estava empolgada com tudo. Quando o Renato preparava algo, era para impressionar, mesmo que às vezes ele pensasse um pouco demais. Na noite da celebração ele montou um piquenique noturno na área aberta de nossa cabine. Era um lugar tão inóspito e distanciado, que ninguém iria nos incomodar. E mesmo que alguém visse algo, o perigo tornava tudo mais excitante.

 

Começamos com alguns petiscos leves e champanhe que ele trouxe dentro de uma cesta, mas o que estava me deixando realmente curiosa era uma caixa preta que estava ali. Não me apressei e deixei que ele escolhesse a hora certa.

 

Deitamos um pouco juntinhos, olhando para as estrelas e ele falando coisas românticas no meu ouvido. Ele estava passando os dedos de leve pela minha barriga, provocando aqueles arrepios elétricos e humanos.  Disse sussurrando que queria me fazer gozar bastante, seu hálito quente contra minha orelha. Sua língua saiu e passou de leve pelo contorno e depois ele afundou o rosto no meu pescoço, cheirando profundamente minha pele. Como é bom o jeito que aquele homem me inspira completamente.

 

Ele se levantou e ficou sentado ao meu lado, mexendo na cesta. Disse que tinha algumas ajudinhas, e finalmente abriu a caixinha preta. Me apoiei sobre os braços para conseguir enxergar o que realmente estava ali dentro: um pote verde do que parecia um lubrificante e um anel, de silicone, parecia algo que uma criança ganha de brinde ao comprar um doce, mas ele era cheio de pequenas bolinhas e uma extensão mais grossa na parte superior.

 

Perguntei se ele havia resolvido se render ao anel peniano, e sorri empurrando o peito dele com o pé. Ele o segurou, tirou minha sapatilha e começou a massagear com força, uma pressão gostosa. Ele pegou o pote de lubrificante e colocou um pouco da substância nas mãos e voltou a massagear meus dedos e toda a extensão do meu pé. Eu não sabia que aquilo servia pra massagem também, e fui ficando cada vez mais com tesão. Ainda consegui ouvir ele dizer que o lubrificante servia pra muita coisa.

 

Renato começou então a chupar os dedos do meu pé, começando pelo dedão e adorando cada um deles como um escravo.  Fui abrir a boca para falar algo e ele simplesmente me calou com um dedo. Fui lá e comecei a chupar a mão dele, sentindo o gosto de menta de seus dedos. Ele já estava em cima de mim, ainda beijando meu pé e sentia o pau dele duro pela bermuda. Ia começar a desabotoar minha blusa quando ele simplesmente se levantou e a abriu ao meio, botões voando para todos os lados como cometas. Adoro quando o Renato, todo quietinho na sua rotina, fica todo mandão na cama. Ou na grama como estávamos naquela hora. Ele começou a me beijar como nunca e dava para sentir o gosto de menta em nossas bocas.

 

Ele levantou os meus braços e passou a língua vagarosamente das pontas dos meus dedos, passando pelo cotovelo e chegando nas axilas. Ele sabia como lamber até ali, aquele limiar entre cócegas e tesão. Minha outra mão estava segurando a toalha de piquenique com força enquanto gemia.

 

Renato trabalhava rápido. Enquanto ele se concentrava em meus braços e axilas, já tinha conseguido tirar minha bermuda e calcinha. Rapidamente passou um pouco de lubrificante e começou a massagear minha boceta. Eu mesmo retirei o sutiã por cima da cabeça e apertei a cara dele contra meus seios. Ainda mandei que ele chupasse e o chamei de puto, mas pensando, enquanto por fora só conseguia gemer, os dedos dele brincando lá embaixo e o cheiro de menta no ar. Olhei para baixo e ele estava batendo uma punheta, o pau pulsando e deixando uma gota de baba grossa cair na toalha. Ele estava excitado assim por minha causa. O pau dele não aguentava e precisava de mim.

 

Ele colocou a camisinha, um pouco mais de lubrificante e brincou com a cabeça do pau apenas na entrada, ainda massageando meu clitóris. Levantei meu tronco e comecei a passar minha língua em seus mamilos. Ele tremeu. Eu sabia que ele também gostava de um chupada no peitoral.

 

Foi hora de ele colocar o anel peniano, as vibrações dele fazendo cócegas antes mesmo do Renato me penetrar. Caralho, eu queria muito que aquela porra funcionasse… Pedi pra ele ir com calma, devagar, entrando e saindo devagar para eu aproveitar. Enquanto isso, ajudava o Renato a encontrar o ritmo certo, cadenciando seu corpo com minhas mãos sobre sua bunda. Pensei em quanto aquilo era estranho, e parecia que haviam duas pessoas trabalhando dentro de mim. Que louco. Que delícia. Meus olhos viraram, algo dentro de mim explodiu e as estrelas brilharam como nunca. Apertei os ombros do Renato, cravando minhas unhas em sua pele.

 

Eu queria montar nele e falei isso quase sem ar. Ele se deitou na toalha e eu tirei o anel peniano. Peguei um pouco mais do lubrificante e passei cuidadosamente no meu cu. Ele me olhou com uma cara de impressionado e feliz ao mesmo tempo. Era isso mesmo, eu ia fazer ele gozar com minha bunda.

 

Subi nele devagar, respirando em grandes pausas e relaxando ao máximo. Comecei a sentar no seu pau, com calma, enquanto ele brincava com minha boceta para me deixar mais tranquila. Mas estava com tanto tesão que não aguentei, superei o pequeno incômodo e sentei no Renato como se fôssemos morrer ali trepando. Ele acompanhou meu ritmo para fazer com que as estocadas não doessem tanto, mas naquela hora já estava em um estado em que tudo estava misturado numa sensação única. Ofegante, eu já estava prestes a gozar de novo enquanto inclinava minha cabeça para trás para ver o céu estrelado daquele dia.  Estava quase sem forças nas pernas, mas foi só eu ouvir que o Renato ia gozar que tudo se uniu: as mãos dele apertando meus seios, seu quadril batendo contra minha bunda, seu pau latejando dentro do meu cu, meus dedos contra minha boceta e… as estrelas. As estrelas vendo tudo aquilo, vendo a gente gozar e explodir como supernovas.

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