Conto Erótico: O cara me esnobou. Mas depois virou meu submisso.

Depois de me esnobar por ser muito magra, quem levou na cara foi ele.

Você sabe o que dizem: a melhor vingança é aquela que você pode esfregar na cara da pessoa. No caso da minha vingança pessoal o que estou esfregando mesmo é minha boceta na cara do canalha que me deu um fora há dez anos atrás. Mas que tipo de vingança é essa, Natália, você deve estar se perguntando? Para eu explicar o porquê da surra de boceta eu preciso voltar um pouco no tempo e contar como minha relação com o babaca do Thiago começou.

 

Eu sempre tive uma queda por ele, mas ele só queria ficar com o máximo possível de meninas. Então em uma festa de uma das minhas amigas nós ficamos, só que escondidos em um canto escuro da garagem do prédio. Alguns beijos e amassos e pronto.

 

Eu estava apaixonada, mas nos dias seguintes ele me ignorou completamente. Era como se nada tivesse acontecido. Qualquer tentativa de conversa, qualquer aproximação e ele me tratava com frieza. Quando finalmente tomei coragem para perguntar o que tinha acontecido a resposta foi ainda mais dura. Ele me disse que foram só uns beijos e não um pedido de namoro. Depois disso, ele usava qualquer oportunidade que tinha para falar mal de mim ou me dar apelidos, como se eu tivesse o ofendido apenas por ter gostado dele.

 

Depois disso só fomos nos encontrar novamente no Tinder, aquele aplicativo de encontros, sabe? Só que aí nós tínhamos mudado novamente: a puberdade finalmente tinha me atingido e agora tinha seios grandes e uma bunda razoável. O desprezo do Thiago no fim me deu confiança para aguardar e cultivar o corpo que eu realmente queria pra mim: farto, com curvas. Um corpo natural e não falso. Eu estava gostosa.

 

Enquanto isso o Thiago tinha envelhecido rápido e ganhado uma barriguinha. Mas continuava gatinho. Começamos a trocar mensagens e marcamos um happy hour com uma possível noite em um motel. Eu tinha outro plano, um plano de vingança que envolvia um pouco de diversão sexual. Para isso, preparei uma malinha especial com algumas ferramentas essenciais que usaria durante à noite.

 

No bar, bebemos alguns drinks, eu tomando cuidado para não ficar muito alegrinha, enquanto o Thiago já falava meio mole. Depois disso foi partir para o motel. Como aceitei tudo de primeira, ele estava se sentindo no controle e se achando o Don Juan, tadinho.

 

Quando chegamos lá eu pedi para que ele tirasse a roupa e deitasse na cama. Joguei uma venda para ele e disse “Coloque isso”. Dava pra ver que ele estava louquinho e duro. Fui ao banheiro e voltei apenas de cinta-liga, sutiã, uma meia longa e nada de calcinha. Ainda sem venda, ele disse “Puta que pariu, você mudou bastante hein, Nat?” e respondi com um “Você não tem ideia, Thi.  Agora coloca a venda”. Ele fez o que mandei e ficou deitado. Subi em cima dele, seu pau roçando de leve contra os pelos da minha boceta enquanto pegava um de seus braços pelo pulso. Com as algemas, o prendi na barra da cama, deixando-o sem saída.

 

Com um sorriso no rosto, ele disse: “Que putinha safada você é, hein.” Comecei a beijá-lo, descendo pelo seu pescoço e chupando seus mamilos. Dei umas mordidinhas e ele se atiçou. Enquanto isso rebolava sobre seu pau, acariciando a pele dele com meu cabelo ondulado.

 

Primeiro item da malinha especial: chicote. Era um daqueles simples de equitação que muitas dominadoras usam. Passei a sua extensão de couro pelas pernas dele até chegar nas bolas. Nesse ponto ele já tinha percebido o que estava acontecendo. Dei uns tapinhas de leve no pau ereto dele. Depois comecei a chupá-lo: devagar no começo, puxando o prepúcio dele para baixo e lambendo sua cabeça com a ponta da língua; depois abocanhei toda a extensão dele, de uma vez, subindo e dando uma mordida de leve na pele que sobrava.  Ele gemeu e respondi com uma chicotada em seu mamilo. Ele grunhiu, mas continuou duro como uma pedra.

 

Chupei com mais força, firme e cada vez que ele gemia mais alto eu o chicoteava seu peito. Perguntei: “Tá gostando como eu chupo seu pau, cachorro?” e voltei a beijá-lo novamente. Ele respondeu com um “Estou gostando pra caralho” e então dei um tapa na cara dele. Ele ia responder algo, mas apertei as bochechas dele para impedir que qualquer palavra saísse. Pareceu entender e respondeu mais obediente “É ‘estou gostando, senhora’”, “Eu quero mais, senhora.”

 

Item dois: uma vela vermelha. Eu a ascendi e ele sentiu o aroma diferente no ar perguntando o que era. Disse que ele já iria descobrir. Cera quente pode ser algo doloroso se a pessoa que está usando não sabe deixar o seu parceiro excitado e dominado o suficiente. Comecei pingando apenas um pouco em dos mamilos dele. Ele urrou um “Que porra é essa?!”, mas sabia que ele estava exagerando um pouco. E então falei “Calma, lindão, você vai gostar”. E, para acalmá-lo, enfiei os meu seios em sua cara deixando ele chupá-los com força. Derramei um pouco mais da cera vermelha no peito dele e ele mordeu de leve um dos meus mamilos. Gemi e sussurrei no ouvido dele: “Agora você esta aprendendo.”

 

Último item da mala: lubrificante sabor menta. Passei um pouco nos lábios da minha boceta e sentei na cara dele com gosto. Enquanto ele lambia e chupava eu apertava com forca o cabelo dele, controlando os movimentos do jeito que eu queria. Com a outra mão batia uma punheta para ele. Deixei que a língua desse se aventurasse um pouco pelo meu cu. “Gosta de um cu, é? Quer me comer de quatro é?”, ele apenas concordava com grunhidos, gemendo e me chupando até a língua dele cansar. E nessa hora comecei a bater uma siririca da vingança.

 

Sabe quando o poder te deixa toda molhada, aquele pode feminino de ter o homem nos seus dedos, sobrepujado pela sua boceta? Foi assim que gozei, urrando e molhando a cara do Thiago com todo o meu gozo. Depois levantei e fui pegar minhas coisas. E foi aí que ele disse “Que delícia, Nat. Agora me solta e deixa eu te comer”. Respondi: “Sabe o que é, Thi. Eu já gozei, então…… Mas fica tranquilo. Eu pedi para a camareira vir daqui à uma hora e você pode pedir para ela te soltar. As chaves tão no criado mudo.” Ele começou a gritar e a me xingar de todos os nomes. Eu apenas ri alto e deixei a porta bater forte, deixando todas as lembranças daquele babaca pra trás.

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