Conto Erótico: Orgia de Carnaval no Sítio

Como eu consegui entrar em uma suruba gay que durou um fim de semana inteiro.

Ninguém sabe ao certo como acontece a seleção. Primeiro alguém resolveu criar a ideia de reunir vários homens em uma casa. A fachada vinha como uma viagem com amigos, mas o que rolava mesmo durante o fim de semana, era uma grande orgia.

O alvo básico é o gay razoavelmente bonito, que cuida do corpo, preferencialmente pauzudo e versátil – ninguém vai querer uma orgia cheia de passivos. Os organizadores criam um grupo de WhatsApp para todos começarem a se conhecer e já falar do que esperam da “festinha”, mandando nudes e atiçando a curiosidade e tesão de todos.

Não parei muito para pensar em qual público eu pertencia. Eu queria transar, com um ou dois caras bonitos. Mas não sabia como lidaria com muitas pessoas ao mesmo tempo. O ponto de encontro era em uma estação de metrô onde todos pegariam um ônibus fretado que nos levaria ao sítio para passarmos o fim de semana de Carnaval. Comecei a me sentir em um daqueles filmes com sociedades secretas voltadas para o sexo.

A galera do fundão – sempre ela – não aguentou esperar chegar no sítio: um cara barbudo de polo estava sentado com um cara mais magro sobre seu colo. Eles se beijavam avidamente, o mais magro já sentindo a mala do barbudo sob a bermuda. Na mesma fila, do outro lado do corredor, um cara estava chupando seu amigo. Ele tinha um pau enorme, daquele que mistura muito trabalho com muito prazer. Fiquei em transe até finalmente focar em seu rosto e ele sorrir.

Depois que chegamos o pauzudo veio se apresentar. “Tudo bem, cara? Meu nome é Thomaz.” Pela voz, pelo jeito, pelo sorriso dele, eu sabia que ele era um daqueles lindos ordinários que, mesmo cativantes e educados, gostam mesmo de uma putaria sem compromisso.

Logo na sexta à noite todos começaram a beber e a dançar ao som de axé e marchinhas de Carnaval, cortesia de um dos convidados que também era DJ. Comecei a me enturmar e tudo aquilo não parecia mais que uma festa entre amigos. A bebedeira continuou e as roupas começaram a sumir, todos ficando de sunga e até menos.

Fui tentar pegar um copo d’água, mas ao entrar na sala encontrei a verdadeira orgia acontecendo: no meio do conjunto com dois sofás, uma confusão de braços e pernas se enlaçavam, enquanto caras se revezavam comendo outros convidados que se apoiavam em paredes e nos respaldos dos sofás. A luz era fraca, mas consegui enxergar Thomaz no sofá maior,  deitado, enquanto um cara com pinta de surfista subia e descia no seu grande pau, costas viradas para ele. Só consegui ver seu rosto quando o surfista desceu para dar lugar a outro cara louco para dar o cu para o Thomaz. Ele sorriu novamente e saí por onde entrei, um pouco desconfortável.

O sábado foi uma grande repetição da sexta à noite. Estava rindo com alguns dos meninos perto do bar na piscina, quando o Thomaz chegou por trás e me abraçou. “Quando a gente vai passar um tempo junto?”, ele perguntou, seu pau crescendo de encontro a minha bunda, apenas sungas nos separando. “Quando você arranjar um tempo na sua agenda agitada”, eu respondi me virando, nos encaramos sorrindo.

“Vem cá”, ele puxou minha mão e me levou para um quarto que, para minha surpresa, estava limpo e arrumado. Ele me empurrou na cama e começamos a nos pegar com força. Thomaz passou sua língua pelo meu corpo até começar a me chupar, fechei os olhos e apertei o lençol com os meus dedos. Quando abri meus olhos, não estávamos mais sozinhos: dois dos caras com quem mais me enturmei entraram no quarto, de mansinho.

Thomaz me virou de quatro e começou um cunete, os dois caras, o Leo – mais parrudo e de cabelos lisos, pelos de leve no peito – e o Marco – com  marca de sunga e liso, cabelos loiros – começaram a se masturbar enquanto assistiam. Eles se aproximaram mais. Thomaz colocou uma camisinha, passou o lubrificante no meu cu e começou a brincar com a cabeça do seu pau só na entrada até eu me soltar. Marco e Leo finalmente se ajoelharam na cama e comecei a chupar os dois.

A dor foi substituída por um tesão do caralho, como se eu fosse um ator pornô e tudo ali girasse ao meu redor. Depois de chupar muito o Leo eu o virei para poder ver sua bunda redonda. Comecei a chupá-la enquanto Thomaz ainda me comia. Foi a hora de  trocar parceiros. Eu fui pra cima do Leo e meti com força, ele de bruços, enquanto Thomaz se concentrava no cu de Marco, fodendo-o de frango assado.

Quando todos pareciam próximos de gozar, pedi para que todos fizessem em mim. Ajoelhei-me no chão, enquanto os três batiam até gozar no meu peitoral. Leo e Marco saíram e ainda consegui aproveitar um tempo com o Thomaz. “Que delícia, hein? Começando a gostar de você, Rodrigo.”

Depois disso, Thomaz e eu viramos uma dupla dinâmica do sítio, sempre participando das orgias juntos. Terminei o Carnaval virando um mestre no assunto.

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