Conto Erótico: Peguei o filho do pastor

Dizem que nosso primeiro amor é sagrado. No meu caso, ele foi um tanto profano, porque meu primeira vez gay foi com o filho de um pastor.

Dizem que nosso primeiro amor é sagrado. No meu caso, ele foi um tanto profano, porque meu primeira vez gay foi com o filho de um pastor. Eu tinha apenas 18 anos, morava no interior de Pernambuco, em uma cidade que mesmo que falasse o nome você nunca iria reconhecer. Estava fazendo cursinho para passar no vestibular e fugir de lá, porque, claro, a cena gay não era a das mais quentes e a população ainda era muito conservadora – vulgo preconceituosa. E para piorar ainda mais, minha família era fechada, de um jeito extremista que não me estimulava a falar sobre minha orientação sexual.

Então passei boa parte dos meus dias estudando com afinco e secando os boys magia que tinham na cidade, na esperança de que algum deles fosse enrustido como eu na procura de um sexo casual.

Foi nos cultos que conheci o Artur, filho do poderoso e influente pastor Romário, que, além de religioso e rico, estava prestes a se lançar como candidato a prefeito. Nunca fui muito amigo do Artur, mas um dia sentamos lado a lado durante um culto voltado para a juventude da cidade e ele me encarou fortemente, quase como em reprovação. Achei estranho e pensei que ele poderia, de alguma forma, ter descoberto que eu sou gay. O nervosismo tomou conta de mim e não sabia ao certo como responder. No final do culto fui conversar com ele e acabei me expondo, pedindo para que ele não contasse para ninguém meu segredo. Para minha surpresa, ele disse calmamente que não falaria nada para ninguém, que era minha vida e eu que deveria cuidar dela.

No culto da juventude seguinte, Artur sentou novamente ao meu lado, me encarou novamente, mas de um jeito diferente, mais brando, amigável. O meu susto mesmo veio quando, no meio do sermão do próprio pai, ele começou a passar a mão na minha coxa. Como estávamos quase no fundo, ninguém conseguiu ver quando a mão do Artur começou a subir do meu joelho, apertar minha coxa e depois esfregar minha mala. Meu pau começou a crescer e a se espremer contra a calça. Olhei para o rosto do Artur e ele estava sorrindo. Sou o famoso L: magrinho e roludo. Então ele conseguia ver o tamanho inteiro contra a calça social que eu usava. Deixei que ele continuasse, mesmo um pouco assustado.

No final do sermão o pastor Romário se aproximou da gente e pediu que o Artur fechasse o templo e ele disse que o faria com minha ajuda. Mais uma vez me assustei, mas concordei com ele e comecei imediatamente a fingir que estava arrumando coisas que pareciam bagunçadas. Foi apenas quando chegamos ao escritório do pai dele, anexo ao templo, para deixarmos alguns panfletos esquecidos, que o Artur finalmente resolveu falar comigo. Ele explicou que também era gay e que vivia com tesão. Mas não tinha coragem de fazer nada e o pai descobrir. Quando soube que eu também curtia, resolveu se arriscar. Ele achava que ninguém descobriria sobre os dois, já que não andávamos muito juntos.

O Artur era aquele cara de 18 anos que já parecia um homem formado: corpão, voz grossa, roupas sociais, sempre alinhadas, respeitoso, sorridente. Ele foi se aproximando enquanto falava tudo isso e me pegou desarmado. Finalmente tinha a oportunidade de liberar toda a energia sexual que eu tinha acumulado. Começamos a nos beijar e quando digo beijar digo uma pegação forte. Parecia uma briga de línguas, nossas mãos confusas sem saber o que apertar primeiro, o que tocar. Em segundos já estávamos sem camisa e quando o Artur abaixou minha calça minha rola dura saltou da cueca e bateu na cara dele. Antes de dar uma lambida de leve na pele que cobria a cabeça do meu pau, ele disse que era assim que gostava.

Ele baixou o prepúcio como se fosse uma embalagem de picolé. Lambeu a cabeça e a gota de pré-porra que já estava saindo. Quando ele finalmente abocanhou parte do meu pau, eu tremi e me segurei na mesa, me escorando para não cair. Seus lábios começaram a descer pela extensão do meu pau e ele engasgou antes mesmo de chegar nas bolas. Eu apertava meus dedos contra a madeira do púlpito como se minha vida dependesse disso. Enquanto meu pau estava na boca do Artur, ele brincava com sua língua na cabeça. Tirava e chupava só a glande. Quando ele começou a chupar minhas bolas eu já estava no ponto: ele precisou apenas bater uma punheta firme e estava jorrando porra na cara dele. Pedi desculpas e ele disse que era para eu ficar tranquilo, porque nosso sermão ainda não tinha acabado.

Ele me deitou e sentou na minha cara: colocou aquela bunda morena e redonda para que eu chupasse o cuzinho dele. Eu comecei a linguar o Artur enquanto ele gemia e esfregava cada vez mais o cu na minha cara. Dei tapas na bunda dele e ele pedia mais. Meu pau respondeu ficando duro novamente. Passei minha língua do cu para as bolas dele até chegar ao pau. Com minhas mãos acariciei e apertei os mamilos dele. Ele falou no meu ouvido que depois de ajoelhar ele precisava sentar.

Artur colocou uma camisinha no meu pau e virou de costas para mim. De costas, vi meu pauzão entrando no cu do Artur bem devagar. No começo, ele só deixava que parte de do meu pau entrasse, para se acostumar com a grossura. Conseguia enxergar as nádegas dele se contraindo, um misto de prazer e preparo. Só depois ele sentou até o fim, rebolou para sentir meu pau todo lá dentro e começou a descer e subir, primeiro devagar e depois tão rápido que o barulho dos nossos corpos se chocando preenchiam o templo.

Pedi para que o Artur ficasse de quatro e ali, no meio do escritório do pai dele, o comi de quatro, com força, sem dó e ele pedindo mais e mais. A bunda dele balançavam e meus dedos se prendiam à cintura do Artur. Ele quase gritou avisando que ia gozar, que não aguentava mais segurar. A sensação do cuzinho apertado dele me deixava louco. Quando estava pronto para gozar novamente, tirei meu pau de dentro, arranquei a camisinha e jorrei em cima das costas do Artur enquanto ele gozava por todo o chão.

Aí ouvimos o barulho da porta se fechando e o pastor Romário no entrada, com uma cara em choque vendo seu filho de quatro no meio da sua sala.

Depois disso nunca mais falei com o Artur e deixei de ir aos cultos. Depois de uns dias, descobri que o pastor Romário mandou o seu filho para um intercâmbio no Estados Unidos. Se não conseguiria mudar o filho, pelo menos não o queria perto para estragar sua possível eleição. E eu? Passei no vestibular e vim para o Rio com a certeza de que sexo bom tem que te levar ao Céu!

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