Conto Erótico: “Puxei” ferro no vestiário da academia

Hoje em dia, academia é muito mais do que um ambiente para treinar. Quer saber como eu suei sem usar aparelho algum?

Tudo aconteceu em uma das muitas unidades de uma rede de academia que estava ficando cada vez mais conhecida pelos seus preços populares. Ela também estava sendo conhecida por outro motivo: uma de suas unidades, com uma frequência renomada de usuários gays, era famosa por sessões fortes de pegação no período da noite.

Eu ouvi falar bastante sobre isso, mas tudo parecia lenda urbana. As pessoas só conheciam amigos de amigos que já tinham feito algum tipo de putaria no vestiário da academia. Nunca eram as pessoas que contavam as histórias. Mais detalhes sobre esses encontros surgiam a cada novo relato: você precisava deixar a porta do box semiaberta, apenas com uma toalha sinalizando que o cara poderia entrar com você; pessoas que ficavam sem toalha para ir ao chuveiro eram ativos; quem ia de cueca era passivo; duas voltas no mictório significava que você estava procurando um boquete.

Eram tantas regras que deveriam escrever todo um manual de etiqueta. Mas ignorei toda a burocracia quando finalmente fui um dos protagonistas. Foi em uma sexta, dia em que quase todos os homens gays malham mais cedo para poder se preparar para sair de balada. Então a movimentação já estava fraca, poucas pessoas para revezar os equipamentos. Não estava reparando muito no que acontecia a minha volta, entretido que estava com um novo setlist no meu iPod.

Fui ao banheiro para tirar aquela água do joelho de pré-treino, e, enquanto murmurava as letras de uma das músicas, senti que alguém tinha acabado de chegar no mictório ao lado. Tentei ficar na minha e não demonstrar que tinha notado a presença dele, mas ele fez exatamente o contrário. Começou com uma tosse audivelmente falsa, daquela que você faz para sinalizar alguma coisa. Eu virei meu rosto e encarei a cara séria de um cara negro, aquele queixo angular, cabeça raspada. Ele apenas me encarou por alguns segundos e depois abaixou a cabeça para observar o pau dele, duro e grande. Grande não. Enorme.

Não tive como me controlar e comecei também a ficar excitado, o xixi sendo coisa do passado e minha vontade de botar aquela rola na boca aumentando cada vez mais. Parece que não sou eu mesmo quando estou com tesão, viro uma máquina e faço de tudo para gozar. Coloquei meu pau para dentro e fui para área de chuveiros. No caminho, vi que apenas um cara estava se trocando. Sinal verde! Fui até uma das cabines mais afastadas, deixei a porta semiaberta e o cara me seguiu. Não pensei duas vezes e abaixei minha bermuda. Ele começou beijando meu pescoço, mas minhas mãos o forçaram a descer direto para meu pau duro. Ele não resistiu. Enquanto ele me chupava, eu passava minha mão pela sua cabeça raspada e suada, meus dedos desciam e tentavam alcançar os mamilos rijos que escapavam de dentro de regata dele. Ele me virou e começou a lamber minha bunda e depois a comer meu cu ferozmente com sua língua.

Quando já estava pronto para gozar, ele se levantou e tirou uma camisinha e começou a colocar no pau. Parecia que não haveria látex suficiente para embalar aquela enormidade. “Não sei se aguento cara…”, disse rindo sem graça. Ele correspondeu meu sorriso e disse: “Com tensão e lubrificante você vai aguentar e muito”, ele mostrou o frasco de lubrificante. Parece que o pessoal vai mesmo preparado para esse tipo de coisa…

Ele me comeu devagar e depois com força. Mordi o braço dele para não urrar e, com os movimentos ritmados que ele fazia justamente para eu ficar com ainda mais vontade, gozei sem nem precisar tocar no meu pau. Virei-me, fiquei de joelho, tirei a camisinha e comecei a chupá-lo. “Vou gozar em você, cara”, ele disse no momento de esporrar um jato quente por todo o meu peitoral.

Tomamos banho separados, mas na hora de sair o encontrei me esperando na entrada da academia. “Você vem amanhã nesse mesmo horário?”, ele perguntou.

“Cara… Depois de hoje eu acho que amanhã vou tirar um dia de descanso.”

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