Conto Erótico: Sexo no supermercado

Em um dia de movimentação fraca, dei para meu colega de trabalho no estoque do supermercado.

Eu sabia que o supermercado era de bairro, mas o movimento estava mais fraco do que o usual. Era domingo, então geralmente os corredores costumavam estar mais cheios de famílias querendo preencher as dispensas para a semana.

Olhei para o Jorge, empilhando latinhas de molhos de tomate, enquanto eu organizava os sacos de macarrão alguns metros à frente. Trocamos uma expressão de resiliência, porque apesar do pouco movimento, não poderíamos sair mais cedo do expediente. Nossa tarefa era repor tudo o que faltava para começarmos com a loja pronta para a segunda.

Estava feliz que pelo menos o Jorge era meu parceiro nessa jornada. Ele era paciente, compreensível e dividia o trabalho igualmente. Ele tinha uma carinha de bebê, um corpo torneado e cabelos cacheados, quase de anjo, só que negros. O sorriso dele me fazia derreter e era muito bom falar das coisas chatas do trabalho com ele. O Jorge era um companheiro… Mas também dava um tesão…

Quase no final da tarde, o gerente pediu que a gente fosse repor os refrigeradores: eles tinham um fundo aberto que dava para o armazém onde estocávamos as bebidas ainda quentes. De lá bastava colocar os produtos em suas respectivas fileiras e eles escorregavam até o final para o consumidor que abria as portas. Como era um supermercado daqueles de conveniência, essas geladeiras atraiam a maior movimentação. Pessoas com sede, pessoas procurando cervejas ou sorvete, sanduíches naturais e essas coisas.

Trouxemos as caixas de suco, leite e refrigerante com um carrinho e esperamos atrás das fileiras de geladeiras. Com um sorriso no rosto e os cachos balançando na testa, o Jorge comentou sobre como aquele dia estava fraco. Mordi meu lábio inferior e ficamos nos encarando. A gente costumava flertar um pouco, mas acho que o tédio daquele domingo parado fez nossas cabeças terem ideias mais interessantes e bem baixinho eu disse que a gente sempre podia mudar esse tipo de coisa.

Abri uma das portas do refrigerador e comecei a colocar algumas latinhas. Quando voltei a encarar o Jorge, meu uniforme estava desabotoado, os bicos dos meus seios durinhos pelo frio. As sobrancelhas do Jorge se levantaram em espanto, mas ele estava sorrindo. Ele se aproximou e o calor do corpo dele contrastava com o frio dos congeladores. Nos beijamos de leve, eu deixei a porta do refrigerador se fechar, ele abaixou o meu sutiã deixando apenas os bicos de fora. Eles os acariciou com os polegares, devagar, encarando-os como seu fossem pedras preciosas.

Rapidamente ele me virou e me empurrou contra o vidro frio de uma das portas. Curti a pegada dominadora dele, desabotoei minha calça e empinei minha bunda. Ele entendeu o recado e me deu um tapa bem dado. Gemi, sentindo o calor dos dedos dele marcando minha pele. Sussurrando e já puxando meu cabelo, ele perguntou se eu queria levar rola ali mesmo, no trabalho. Enquanto isso esfregava sua mala na minha bunda. Eu só consegui gemer.

Ele baixou a calça e começou a dar uma surra de rola na minha bunda, alternando com tapas bem dados, daqueles que estalam, esquentam a pele e dá vontade de foder loucamente. Ele desceu e levou junto minha calcinha. Sua boca foi direto no meio da minha bunda e sua língua no meu cu. Adoro um cunete e o Jorge fazia um daqueles bem-feitos: ele não poupava saliva e mexia com a abertura em diferentes direções. Ele entrava e saía e eu já estava batendo uma siririca.

Quando o Jorge levantou, ele já estava de camisinha, e eu já estava toda solta e pronta pra levar pica. O pau dele era cabeçudo, então teve aquele arrepio inicial com o choque da grossura e do tamanho. Mordi a pele do braço para não gritar, mas ele não teve piedade: enfiou até o fim. Enquanto ele metia, continuava com os tapas, que só me faziam querer mais. De repente olhei para porta do refrigerador e tomei um susto: um casal havia entrado na loja e estava ali do outro lado, escolhendo que bebida levar, enquanto eu estava levando rola do Jorge no estoque. Sorri e pedi para ele meter com mais força, sem me importar se por acaso eles me vissem.

O Jorge me colocou no chão enquanto arregaçava meu cu. Foi quando apontei para o casal do outro lado e ele riu. Começamos quase a fazer uma performance: o Jorge apertava meus peitos, brincava com meu clitóris… parecia que ele estava se esforçando ainda mais, parecia que ele também queria ser pego, para que tudo valesse a pena.

Do nada ele pegou uma das garrafas de suco que estava próxima e abriu sobre meu corpo. Naquele banho, nossos corpos se colaram, nossas línguas também começaram uma transa própria, e o pau do Jorge não parava de me preencher por completo e eu já tinha perdido as contas de quantas vezes havia gozado. Quando ele estava próximo de gozar, pedi na cara, pedi que ele me desse leite e me ajoelhei para receber. Fiquei encarando o meu reflexo na porta de vidro e foi como um filme em câmera lenta: os jatos de porra branca, viscosos, caindo no meu rosto. O Jorge ainda passou aquela cabeçona pela minha bochecha e lábios. Fiz questão de sugar o que sobrou na cabeça do pau dele.

Alguns minutos depois o gerente entrou e nos encontrou: os dois com um balde e esfregões, limpando suco de laranja misturado com porra no chão.

Foi bom pra você? Comente: