Conto Erótico: Traiu o marido com uma mulher

Ela esperou o marido viajar e chamou uma amiga para brincar! (Por Natália flor)

Por Natália Flor, conto vencedor do Concurso de Contos Eróticos da K-MED!

 

Quando finalmente apertei a campanhia da casa da Aline, não sabia ao certo o que esperar. A única coisa que ela me disse na terça-feira, por telefone, é que o marido dela viajaria no fim de semana e teríamos o apartamento inteiro para fazermos o que quiséssemos. Já fazia algum tempo que ela e eu tínhamos essas aventuras de “amigas”: nos encontrávamos, nos pegávamos e transávamos loucamente até não conseguirmos mais respirar direito.

Ela abria porta e sorriu com aquele sorriso encantador e malicioso que me conquistou. Pedi para tomar banho e nem assim ela resolveu me acompanhar para começarmos toda a pegação. Estava começando a ficar desapontada, mas a expressão safada em seu rosto durante o jantar me dava esperança de que ainda teríamos um fim de semana cheio de sexo.

Estava terminando a sobremesa, quando Aline pediu para que eu esperasse ali enquanto ela ía ao quarto preparar uma supresa. “Você só pode ir lá quando eu avisar, ok?”, ela disse e me deu um beijo demorado antes de partir. Tinha colocado uma lingerie preta, bastante sensual e estava ansiosa para estrear com a Aline. Tive que me segurar na cadeira para não sair correndo e arrancar a roupa dela e deixar a surpresa de lado. Obedeci mesmo assim.

Quando finalmente ela me chamou para o quarto, já estava prestes a explodir de tesão. Ela vestia um roupão de seda e pediu para que eu sentasse na cama, colocou uma música sensual e começou a dançar, revelando o que estava por baixo. Ela vestia um espartilho negro, cinta-liga e um lacinho em uma das coxas. Levantei e fui até ela devagar, como uma predadora. Encostei-a na parede, porque a queria ali, de pé. Virei-a de costas e comecei a beijar seus pescoço, abri suas pernas de leve e explorei suas curvas íntimas com um dedo. Ela estava molhadinha.

Abri mais ainda suas pernas e comecei uma jornada com a minha língua. Desenhei obras de arte só com minha saliva, enquanto meus dedos cuidavam dos mamilos duros dela. “Mete, Natália”, ela pediu em um gemido. Comecei a penetrá-la com um dedo, depois com dois. “Mas não é assim que eu quero te comer”, eu sussurrei no ouvido dela.

Ela foi se sentar na cama, pernas abertas, se tocando e olhando lascivamente para mim enquanto tirava minha roupa. Ela riu quando viu que vestia a mesma cor que ela. Fui até minha bolsa e tirei uma venda. “Coloca e deita”, ordenei. Ela o fez. Pedi então que ela abrisse a boca. Enfiei devagar, deixando que ela lambesse e chupasse com gosto o sex toy que tinha colocado. “Deixa bem molhado o meu pau”, disse.

Comecei a penetrá-la ali, deixando que o consolo percorresse seu interior macio e quente. Ela gemia cada vez mais. Tirei sua venda e falei bruscamente. “Quero te comer de quatro.” Meti diversas vezes, puxei o cabelo dela, meus dedos apertando a pele dela. Ela praticamente urrou quando gozou, um dos meus dedos ainda desbravando o clitóris dela.

Caímos nas cama uma do lado da outra. Tirei a cinta-caralho e nos encaramos por alguns instantes. Sorrimos e durante o fim de semana repetimos a dose por todo o apartamento. Não demos descanso à cinta e nem aos nossos dedos e línguas. A única coisa em que conseguia pensar era que o marido da Aline poderia viajar mais vezes.

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