Conto Erótico: Transei com a minha chefe na festa de fim de ano

A festa de confraternização de fim de ano do trabalho trouxe minha primeira experiência com uma mulher, a minha chefe.

Eu trabalhava em uma editora de revistas e apesar de não termos fechado nenhuma das nossas publicações, o ano não tinha sido fácil. Então, para economizar, a festa de confraternização aconteceu no próprio complexo da editora, em um galpão que servia de estacionamento e depósito.

Eu era editora assistente da área de saúde e bem-estar de uma revista feminina. Acho que quem mais sofreu foi nossa diretora de redação Denise. Ela, como todos os líderes da editora, deve ter recebido um puxão de orelha sobre os resultados mornos do ano. Resolvi ver como ela estava.

Ela estava deitada no chão da sua sala, rodeada de páginas impressas da edição de janeiro. Deixei um prato com alguns doces e comida na sua mesa e entreguei uma taça de champanhe para ela. Sempre admirei bastante a determinação e confiança da Denise. Ela era uma mulher forte e bonita sem parecer que estava se esforçando muito. Mas ali estava a prova de que ela era humana e isso a tornava mais atraente ainda. Fofocas da editora diziam que a Denise era lésbica, mas ela sempre tinha sido muito reservada sobre sua vida pessoal.

Desde que a conheci alimentei a fantasia de saber como seria transar com outra mulher e, claro, com ela especificamente. Ela parecia ter uma força e sensibilidade em cada gesto, que só podia significar que o sexo seria bom. Uma mistura de carinho e pegada forte.  Por causa dela tinha sugerido uma matéria que ensinava como lidar com uma primeira experiência lésbica.

Denise se aproximou e começou a apontar algumas coisas no meu texto que poderiam ficar mais quentes. Ela estava tão perto que consegui sentir seu perfume; os cachos castanhos do cabelo dela raspando pelos meus ombros; o seio dela encostando algumas vezes no meu braço, apenas o tecido de seu vestido impedindo nossas peles de se tocarem. Não aguentei e a beijei. Primeiro apenas um selinho, quase seco. A língua dela saiu tímida e abriu minha boca. Minha mão pegou sua nuca, a mão dela apertou meu braço. Comecei a desabotoar o vestido dela deixando seu sutiã à mostra. Ela tirou as alças da minha blusa e ela escorregou deixando meus seios nus. Os beijos de Denise passaram pelo meu pescoço e depois para os bicos do peito. Ela começou a chupá-los com delicadeza, depois com ferocidade.

Estávamos deitadas no chão, ela atrás de mim, sua mão contornando minha cintura, seus dedos brincando com os lábios da minha boceta, enquanto beijava meu pescoço e com a outra mão fazia um carinho gostoso nos meus seios. Me virei e fiquei sentada envolta das pernas dela, ela ainda explorando meu clitóris apenas com os dedos. Fechei os olhos e comecei a ouvir um barulho vibratório.

Eram brinquedos que havíamos recebido para uma edição da revista. Percebi que era hora de experimentar um. Abri os olhos para ver um pequeno aparelho verdinho, com pequenas bolinhas que vibravam. Ela pegou o brinquedinho e o colocou em cima da minha boceta, massageando em movimentos circulares. Comecei a gemer loucamente e me segurei nas pernas dela.

Sussurrando, ela disse que era hora de usar a boca, me colocando de quatro e lambendo e chupando meu cu, passando sua língua pelo caminho até minha boceta e brincando ali com a língua. Eu estava toda molhada, pingava nas páginas da revista que estavam espalhadas pelo chão. O brinquedinho verde agora estava entre as pernas de Denise enquanto ela me chupava até eu não aguentar mais e cair no chão com um dos melhores orgasmos da minha vida.

Deitada no chão, Denise veio para cima de mim com suas pernas abertas no meu rosto. Foi minha vez de explorar os lábios dela com minha língua. Mas ela não me deixou sozinha: fizemos um 69 sincronizado e eu tentava imitar tudo o que ela fazia em mim. Nossas línguas se misturavam com nossos dedos, o sabor dela pela minha boca e as pequenas explosões que eu sentia a cada novo toque. Nós gozamos sobre as páginas da edição de janeiro mostrando que minha matéria estava realmente certa.

Ficamos deitadass, pernas unidas, conversando um pouco, rindo e prometendo que aquilo não afetaria nosso trabalho. Prometi, mas pedi minha matéria de volta para acrescentar algumas palavras e sensações que só tinha sentindo naquela hora. Quando realmente tive minha primeira experiência com uma mulher.

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