Conto Erótico: Transei na chuva com a minha amiga

Numa noite de vinho e confissões, eu acabei realizando a minha fantasia de transar na chuva... Com a minha amiga.

Marina e eu já dividíamos o apartamento fazia um ano. Nos conhecemos por um desses grupos de Facebook para dividir apês, já que as duas eram de fora. Éramos estritamente colegas que dividiam a casa e nunca viramos amigas íntimas realmente, talvez porque tínhamos personalidades tão diferentes: a Marina era, digamos, desbocada, falava tudo o que pensava, sem filtro. Era um espírito livre. Enquanto eu, a Marcela, era mais quietinha, na minha, sempre envergonhada de tudo.

Em um dia de chuva, porém, presas como estávamos, sem poder fazer nada da nossa sexta à noite, resolvemos abrir uma garrafa de vinho e conversar um pouco sobre o que estava rolando em nossas vidas. Acabei fazendo uma revelação sincera: havia quase quatro meses que eu não transava. Não estava conseguindo me sentir à vontade com os caras que conhecia para finalmente transar. Então estava me contentando com o vibrador que ficava no criado-mudo do meu quarto.

Uma garrafa de vinho virou duas e a conversa enveredou para o assunto de fantasias sexuais. A Marina tinha aquela beleza e aquele jeito que atraía qualquer homem. Era uma beleza real, de usar pouca maquiagem, um corpo que já ficava torneado com poucos dias de academia. Ela tinha um cabelo castanho ondulado longo, que ela sempre deixava solto. Olhos bem claros, amendoados e sobrancelhas que pareciam desenhadas. O mais marcante eram seus lábios carnudos.

Eu me sentia insegura com toda essa genética dela morando no mesmo apartamento. Eu tinha um cabelo bem curto, negro e liso. Eu era branquela e achava minha bunda grande demais. Tinha corpo de pera. Mas a Marina sempre me motivava a gostar mais de mim mesma. “Você é bem gata”, ela dizia.

O vinho, a chuva, me deixaram um pouquinho mais solta. Eu confessei que uma das minhas fantasias sempre foi transar na chuva, uma coisa selvagem, natural. Mas do jeito que as coisas estavam, ia demorar um pouco para realizar. Eu falei isso em um tom mais melancólico do que eu planejava. A Marina meio que sentiu isso e se aproximou para me abraçar. Deu um beijo nos meus cabelos e senti um arrepio, mesmo envolvida pelo calor do corpo dela, os batimentos do coração e sua respiração inflando seus seios contra meu rosto.

Ela riu de repente. Perguntei o que era e ela explicou que mesmo que não rolasse o sexo, um banho de chuva sempre era bom para animar o espírito. Ela me encarou e depois me puxou pela mão. Saímos correndo do apartamento e descemos às escadas de incêndio gargalhando e falando besteiras.

Chegamos no playground e olhamos por alguns segundos a chuva cair no campinho de futebol que ficava na área de lazer. Havia uma bola solitária no meio do retângulo verde, a rede dos gols balançando com o vento. Marina me olhou em desafio e foi a deixa para sairmos correndo e entrarmos no campinho. Pegamos a bola e começamos a jogar algo que era uma mistura de futebol, vôlei e queimada. Tiramos nossas camisetas e ficamos brincando apenas de sutiã e bermudas.

Do nada a Marina escorregou na água e tomou aquele tombo. Corri para ajudá-la, mas ela já estava gargalhando. Ajoelhei para tentar levantá-la, só que ela me puxou e cai com tudo sobre ela. Foi nesse momento que as gotas de chuva pareceram cair mais lentamente sobre a gente. Ela estava sorrindo e estava tão linda que não consegui me segurar: dei um beijo na Marina, ali, deitadas na chuva de uma noite quente.

Ela correspondeu e apertou meu cabelo molhado, ajustando nossos beijos, encaixando nossas línguas. Os lábios delas eram deliciosos como eu imaginava. Eram acolhedores. Abaixei as alças do sutiã da Marina e comecei a chupar seus mamilos. Parecia natural, como se os seios dela fossem copos para chuva. Estava sobre ela, suas pernas abertas, seu corpo arquejando com cada lambida e beijo que eu distribuía na pele dela.

Puxei a Marina com força e a levei a uma das grades laterais do campo, perto de uma das pequenas traves. Ela encostou seu corpo contra o entrelaçado de fios verdes e empinou a bunda. Comecei a passar minha língua em suas costas, perseguindo as gotas que caíam e desciam para sua bermuda, que ela tirou rapidamente, junto com a calcinha.

As gotas só iam para um caminho e foi lá que enfiei minha língua. Desci com ela até a abertura da bunda, a abri com os dedos e bebi a água da chuva que passava pelo cu da Marina. Trovões abafavam o seu gemido, relâmpagos iluminavam a pele arrepiada dela. Era como um beijo íntimo: minha língua e lábios acariciando o cu dela. Meus dedos acompanharam minha boca e comecei a enfiar, me devagar, um dos dedos na entradinha do cu dela. Fiquem em pé e comecei a beijar o pescoço dela, enquanto dedava a Marina por trás. Era como se eu tivesse comendo a bunda dela.

Ela sussurrou no meu ouvido: “Tá vendo que você pode ser mais safada quando quer?”

A Marina levantou meus braços e segurei na trave superior do pequeno gol da quadra. Foi a vez da Marina me lamber por completo, começando pela minha boca, descendo pelo meu ombro, seios, tirando a minha bermuda e olhando para minha boceta toda molhada. Já não sabia mais se pela chuva ou de tanto tesão.

Ela se sentou no chão molhado da quadra e começou a lamber de leve os lábios da minha boceta. Tremi e tive que segurar mais forte na trave. Enquanto isso, Marina estava de pernas abertas batendo uma siririca. Estava tudo muito escuro, apenas os relâmpagos nos iluminando em intervalos. Em segundos parecia que os lábios carnudos da Marina estavam inteiros dentro de mim. Ela me comia com sua boca e não consegui aguentar por muito tempo.

Ela se deitou eu me ajoelhei com as pernas abertas na cara da Marina. Comecei a brincar com meus dedos enquanto ela continuava me chupando. Esfreguei minha boceta no rosto dela, me movendo para frente e para trás. Com a Marina deitada, levantei uma das suas pernas e me coloquei no meio das suas coxas. Eu era outra pessoa. Era como se a experiência toda tivesse me tornado uma Marcela mais erótica, mais poderosa. Nossas bocetas se tocaram e comecei um movimento ritmado, nossos lábios inferiores se tocando, o calor emanando, os dedos da Marina entrando no meio e brincando com nossos clitóris.

 

Aumentei a velocidade e nosso suor se misturava com as gotas da chuva. Estava dando uma tesourada de boceta na Marina e nem conseguia acreditar que era eu mesma ali. Aumentei a velocidade até que gozamos juntas como uma tempestade: luz, som, nós duas misturadas no entrelaçar de nossas bocetas.

Deitamos lado a lado no chão da quadra, respirando pesado. “Espero que isso não mude nosso relacionamento como colegas de apartamento”, falei, voltando à realidade. “Ou talvez isso seja o começo de uma bela amizade. Colorida”, Marina respondeu gargalhando.

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