Conto Erótico: Coração partido se cura com o professor de Ioga

Estava perdida, desanimada e precisava fazer e conhecer algo novo, foi ai que a Ioga entrou, na verdade não só ela...

Um amor se cura com outro. Pois é, eu sempre ouvia falar essa frase, mas para mim, nunca foi fácil colocá-la em prática. E por isso, minhas amigas sempre me chamavam de boba e usavam aquelas frases de consolo. Todo mundo parecia mais bem-resolvido do que eu. Ficava lá vendo as fotos felizes do meu ex-namorado enchendo a cara em todas as baladas, enquanto eu tava em casa enchendo a cara de sorvete.

Precisava sair da fossa! Precisava de um hobby e o da vez foi a ioga – pensei que no mínimo perderia os quilinhos de sorvete e encontraria um pouco de serenidade. Eu tava tão desesperada, que já na primeira aula eu me apaixonei pelo professor, o Igor. Bronzeado, barba rala, olhos verdes, cabelo com aquele coque da moda e um sorriso que me dava todo o conforto que estava precisando. Parecia o Thor dos filmes, sabe?

No alongamento eu já estava toda suada. O Igor tinha mandando sentar com as pernas em forma de borboleta, respirar fundo e jogar as mãos láááá na frente…” Fiz o movimento e ele passou ao meu lado, colocou a mão nas minhas costas e sussurrou gentilmente, “Muito prazer, Julia. Se estiver com alguma dúvida, estou aqui para te ajudar”.

Com o passar das aulas, rolaram muitas trocas de olhares. Por “curiosidade” resolvi me cadastrar no Tinder, ver se ele estava por lá e se a coisa era realmente recíproca. Depois da terceira foto, encontrei o perfil dele e não demorou muito para nossos perfis darem “match” e ele mandar uma mensagem dizendo que tinha finalmente encontrado a aluna favorita”

Conversa vai, conversa vem, marcamos de nos encontrar numa praia bem reservada aqui do Rio de Janeiro para curtirmos o pôr-do-Sol. Quando cheguei, o Igor estava lá se aquecendo. Ele vestia apenas uma calça comprida com tecido macio que dava aquela marcada no volume entre pernas. Nunca tinha visto ele sem camiseta e muito menos as tatuagens esotéricas que ficavam escondidas embaixo dela.

Toda aquela situação me deixou mais sem graça do que eu esperava, mas o gato tinha muita atitude também. Calmamente saiu da posição de ioga que estava, olhou nos meus olhos, colocou as mãos no meu rosto e começou a me beijar. Foi tudo tão natural que nem reparei quando meu sutiã foi parar na areia.

Não precisava dizer muita coisa para me convencer a continuar. Acho que o medo, o proibido, o fetiche e aquela paisagem perfeita só aumentou meu tesão. Ele me puxou para a água e me deixou boiando de barriga para cima, enquanto, com as minhas pernas em volta do seu rosto, começou a me chupar até que eu gozasse a primeira vez, no ritmo das fracas ondas que nos balançavam.

Depois, me puxou pela bunda, e dessa vez colocou minhas pernas em volta do seu quadril e começamos a transar. Minhas unhas apertaram suas costas e fui aumentando o ritmo da penetração. O barulho da água, do corpo dele batendo contra o meu, e os meus gemidos abafados pelo medo de alguém aparecer me ajudaram a chegar a um dos melhores orgasmos da minha vida.

Saímos da água encaixados e sussurrei que agora queria de quatro. A velocidade da penetração e os tapas que dava na minha bunda me fez gozar mais uma vez. Senti que ele ia gozar quando apertou minha cintura. Em um movimento rápido, ele tirou o pau de dentro de mim, arrancou a camisinha e gozou.
Saí um pouco apressada, pegando minhas roupas pela areia, mas não deixei de lembrar que queria mais. Ele ficou lá deitado, sorriu e se despediu dizendo que me veria na próxima aula.

Desde então perdi três quilos, mesmo sem ir pra aula de ioga.

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