Conto Erótico: Da ginástica ao oral na escada

Ela queria dar aula. Ele, queria ela.

Há mais de um ano sou professora de ginástica laboral para executivos e sei bem como é a rotina: dentro de seus ternos e gravatas eles participam das aulas mais para olhar meu corpo do que para manter o mínimo de saúde no trabalho. O cheiro de loção pós-barba e os olhares cobiçando minhas curvas, delineadas pelo meu uniforme de trabalho, completam essa cena pela qual passo diariamente.
Não ligo muito para isso, sou profissional. Mas um diretor de uma dessas empresas sempre me chamou a atenção. Ele era muito charmoso, mas nunca participava das minhas aulas. Sempre ficava recluso em sua sala de vidro, mantendo-se ocupado. Mas seu olhar fascinante sempre passeava para me observar com meus alunos do outro lado da divisória envidraçada.

Nunca entendi a minha atração por ele, além da física, claro. Talvez a rejeição dele pelas minhas aulas tivesse cutucado meu orgulho ou estivesse apenas bêbada pelo poder que ele emanava no ato de rejeitar essa atividade, a ginástica laboral dos seus subalternos. De qualquer forma, nunca conseguia parar de pensar nele enquanto ajudava os funcionários a alongarem seus músculos duros.

Um certo dia, quando estava preparando o espaço para uma das minhas aulas, o diretor misterioso passou por mim e resolvi perguntar. “Por que você nunca participa das aulas?”
“Eu prefiro observar”, ele respondeu confiante e quase desafiador. Fiquei mais interessado pelo cara e não tive medo de continuar.

“Poderia fazer mais do que observar…”, falei e voltei-me para continuar os preparativos. A aula aconteceu da mesma forma que todas as outras, com homens suando com os menores movimentos. Enquanto o diretor conquistador se mantinha concentrado no seu trabalho e, diferente das outras vezes, não levantou os olhos para me encarar nenhuma vez. Pensei, “será que fui muito atrevida?”.

Acabei a aula e fui andando para a saída, só que daquela vez resolvi ir pelas escadas e usar o exercício para esquecer da burrada que fiz com o diretor. Eram nove andares e não tinha nem percorrido o primeiro quando ouvi a porta de uma das saídas de emergência bater em um estrondo.

“Professora, espere só um segundo”, ele falou me alcançando em um dos lances da escada. Eu o encarei um pouco confusa, ele sorriu quase maroto. “Acho que vou aceitar aquele convite…”, ele me pegou forte pela cintura e deixei a minha bolsa de ginástica cair. Respiramos pesado e a calça dele pressionou a minha. Ele estava duro e pronto, mas mal sabia que o ele queria era outra coisa.
Tentei beijá-lo, mas ele se esquivou, indo direto para meu pescoço, beijando, cheirando, buscando minha pele e bebendo o sabor do meu suor. Ele abaixou minha calça com força, quase rasgando o seu tecido. Com a calça foi-se também minha calcinha. Ele abriu minhas pernas, colocando uma delas em um degrau mais alto e deixando meu tronco apoiado no corrimão.

O que ele fez no meu pescoço ele repetiu na minha virilha, como se quisesse se alimentar da minha pele, da minhas dobras e curvas. Eu já estava toda molhada e enlouquecida. Seus dedos brincavam com os lábios inferiores enquanto ele beijava minhas pernas. Quando sua língua finalmente penetrou meu interior eu estava mais que pronta. Foram minutos fantásticos em que ele me lambeu, penetrou, sugou minha essência e me fez gozar ali na cara dele.

Mesmo depois ele parecia não ter se saciado. Finalmente se levantou, me encarou, minha expressão exausta como se tivesse feito duas horas de ginástica laboral em velocidade máxima.

“Já estou louco para o próximo oral… digo, laboral”, sorriu novamente e me deixou na escada. Recuperei o fôlego e completei os últimos lances de escada sorrindo e com as pernas bambas.

Por: Professorinha.

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