Conto Erótico: Garoto de Programa

Para realizar o seu fetiche, ele comeu um homem hétero sem piedade.

Quando entrei no carro, achei que fosse encontrar a Fabi, mas quem estava no banco do motorista era um homem. Tentei não parecer assustado, afinal fui eu que tive a ideia de me passar por um garoto de programa para realizar uma fantasia sexual. Não sei ao certo de onde ela surgiu, mas eu sei que gosto de testar as coisas diferentes. Eu queria que alguém desejasse tanto meu corpo a ponto de gastar comigo, gastar com meu físico, me pagar para eu dar prazer.

A Fabi foi a primeira que respondeu ao meu anúncio que fiz em forma de um blog: fotos de corpo e pau – sem meu rosto aparecendo –, uma descrição do que eu gostava sexualmente – só atenderia a mulheres – e o número do meu celular.

Quando entrei no carro ele já começou a se explicar. Seu nome era na verdade Fábio e tinha usado as fotos de uma amiga para conversar comigo por mensagem. Era hétero, namorava, mas queria experimentar dar o cu para outro cara.

Eu sempre fui muito aberto a novas experiências sexuais, mas nunca tive nada com outro homem. Inicialmente fiquei receoso, mas não queria sair do personagem que criei para a fantasia. Eu queria passar aquele ar de quem pode tudo, exigir tudo. Viver um personagem também dava muito tesão, viver a vida de outra pessoa, mesmo que por uma noite. Então expliquei para ele que, se rolasse, seria uma exceção e que cobraria a mais pelo serviço. O fato de ele ser hétero, ou pelo menos enrustido, me tranquilizou de que ele não sairia por aí falando disso para todo mundo.

Concordei com o programa e estipulei o preço e as regras – eu mandava, ele obedecia. Ele concordou e partimos para um motel que ele conhecia. No caminho não conversamos muito, o Fábio ficou a maior parte do tempo se justificando e falando da vontade que tinha de ser passivo. Ele era um cara normal, escravinho de firma: cabelo lambido, barba, pancinha de chope. Ele ainda vestia uma roupa social e gravata. Os olhos deles se moviam da estrada para meu corpo, observando meu peitoral marcando a camiseta, a calça mais justa marcando minhas pernas e mala. Comecei a passar a mão por cima do meu pau, atiçando a imaginação do Fábio.

Durante toda a viagem concluí que ele não queria apenas dar, ele queria ser dominado, comandado. Sem rodeios eu mandei ele calar a boca e tirar meus tênis, enquanto sentava na beira da cama. Ele começou a desamarrar meus cadarços, ajoelhado aos meus pés, eu estava fazendo uma expressão irritada, como se pudesse explodir se ele fizesse algo errado. Estava completamente excitado com todo o poder.

Em seguida desbotoei minha calça bem devagar, o Fábio observando, quase babando. Fiquei de pé, tirei minha camiseta e deixei minha calça cair, ficando apenas de cueca. Meu pau é grande e grosso, impressiona. Mandei o Fábio abaixar minha cueca, e ele o fez lentamente, minha rola durona bem perto do rosto dele, gotejando pré-porra. É muito bom dominar! Só aí mandei ele me chupar com vontade. Ele quase engoliu meu pau em uma bocada só. Senti aquela umidade quente do boquete e fechei os olhos.

Ele começou devagar, chupando e sugando, sua mão apertando a base, a outra acariciando meu saco. Ele mordeu de leve o prepúcio, puxou a pele para baixo e começou a passar a língua na cabeça, me chupando mais rapidamente. Segurei a cabeça dele e fodi a boca dele como se fosse um cu, com força, enfiando meu pau inteiro até ouvir o barulho dele engasgando.

Empurrei a cabeça do Fábio com força, tirando meu pau da sua boca. Mandei que ele baixasse as calças e nem esperei que tirasse a camisa ou a gravata. Joguei o Fábio de quatro na cama e arriei sua cueca. Ele gemeu e dava pra ver que estava duro. Mandei ele empinar bem a bunda, e ainda o chamei de puto, eu ordenei e dei um tapa em uma das nádegas. Peguei o lubrificante e preparei o cu dele, enfiando o dedo para relaxar um pouco. Coloquei a camisinha e brinquei com a cabeça do meu pau na entrada. Disse que era para ele pedir minha rola. Ele parecia implorar.

Comecei com uma metida firme, coloquei meu pau inteiro dentro dele com tanta força que ele quase se abraçou ao colchão. Aumentei a velocidade e puxei o cabelo dele. Perguntava se tava gostoso e cada vez que ele gemia, cada vez que ele respondia, eu metia com mais força, deixando a marca dos meus tapas e dedos na bunda dele. De branquinha ela ficou vermelha. Depois mandei ele sentar no meu pau: fiquei parado e deixei o cu dele fazer todo o trabalho. Estava no ponto e quase não conseguia segurar. Mandei ele se ajoelhar, tirei a camisinha e dei uma surra de rola na cara dele. Ele voltou a me chupar rápido e, em segundos, eu agarrei com força o cabelo por trás e esporrei na cara dele com tudo. Urrei, gozo voando para todos os lados.

Comecei a me vestir em silêncio enquanto Fábio limpava o rosto com uma toalha. Ouvi ele dizendo que eu era muito bom e perguntando se eu tinha uma clientela fiel. Eu ri baixo e pensei que se tudo desse errado eu poderia transformar meu fetiche em carreira.

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