Conto Erótico: No cinema é mais gostoso

Eu estou encrencado. Eu que decidi vir para esse filme de ação, mesmo contra todas as críticas ruins, arrastei minha namorada e agora estamos aqui. Tendo que encarar um série de explosões sem sentido em uma sala vazia de cinema. Só eu mesmo para acreditar que isso era uma boa ideia.

Ela parece super concentrada, a Ana, acho que deve estar puta por eu ter desperdiçado uma tarde de sábado com isso. Mas de repente o rosto dela muda de expressão. Bem lentamente ela muda de sua cara séria para sua cara de prazer, olhos fechados, respiração mais pesada. Só agora percebo que um das mãos delas não está mais sobre a minha – achei que ela tinha se afastado de raiva –, mas ela na verdade está dentro da blusa dela, apertando o seio direito. Meu olhar vai descendo e vejo que sua outra mão está entre as pernas dela, sob a saia.

“O que é isso, Ana?”, falo surpreso e intrigado. Será que minha namorada tem uma tara incontrolável por filmes de ação? Ela aproxima seu rosto do meu ouvido, mas não para o que está fazendo, sua respiração cada vez mais ofegante.

“Eu não consegui me controlar. Estava com muito tesão e não queria que parecesse que não queria vir pro filme que você escolheu…”

Ela pega uma das minhas mãos e coloca sob sua blusa, no outro seio. Entro no jogo e deixo minha outra mão se divertir entre suas coxas. Meus dedos trabalham precisamente e ela goza, usando as costas da sua mão para tapar o grito. Minha mão sai úmida dali e ela pega meus dedos e chupa-os como se fosse um desafio.

Eu tento beijá-la, mas ela empurra meus ombros contra a cadeira do cinema e senta na meu colo. Não espero nem um segundo para abrir a calça, a Ana está sem calcinha e tudo. Coloco a camisinha e ela começa a sentar vagarosamente, passo meus dedos de leve nas suas costas, subindo até puxar seu cabelo. Ela aumenta a velocidade e as explosões e diálogos encobrem nossos gemidos.

Estou prestes a gozar e ela sabe disse. Então ela se vira rapidamente, fica de joelhos à minha frente, puxa minha camisinha ferozmente e bate uma punheta fantástica. Preciso me segurar na cadeira para não gritar. Explodo na cara dela e observo o sorriso safado se formar.

Ela senta novamente na cadeira dela como se nada tivesse acontecido. Limpa seu rosto com os guardanapos que trouxemos com a pipoca e respira fundo. Aproxima-se novamente do meu ouvido e fala quase rindo.

“Isso é para você aprender a que há coisas melhores para fazer do que assistir a esses seus filmes. Agora vamos sair daqui e repetir a dose no banheiro do cinema.

Foi bom pra você? Comente: