Conto Erótico: O ensaio de moda que perdeu todas as roupas

Há uma verdade compartilhada por muitas modelos de que sempre há um fotógrafo que todas gostariam de pegar um dia. Mesmo que isso não seja profissionalmente correto, sempre há um fotógrafo gostosão que é objeto de desejo sexual e fantasias tórridas.  Encontrar esse alvo pode ser difícil de acontecer pelo fato de muitos deles serem acabadinhos ou gays.

Mas este não é meu caso e nem o caso do que aconteceu comigo e terminou comigo nua, apenas de cinta-liga, de quatro, quase mordendo os meus dedos de prazer, enquanto Antônio, ou Toni, para os íntimos, se aventurava em um sexo anal extremamente prazeroso.

Toni é um daqueles fotógrafos super calados, reservados, que de tão afastado da mídia levanta rumores e lendas urbanas sobre como ele realmente é. Muitos dizem que ele é gay, outros que é apenas antissocial e outros que ele é um drogado que gasta todo o dinheiro que faz com seu vício.

Mas eu sempre tive vontade de pegá-lo desprevenido e trepar com ele na primeira oportunidade que eu tivesse. Aqueles olhos azuis profundos, aquele cabelo um pouco longo demais e todo emaranhado. Parecia um Tarzan urbano, olhos selvagens, quase sempre usando uma jaqueta de couro e camiseta branca por baixo. Calças jeans puídas e botas, que naquela noite estavam jogadas caoticamente no estúdio.

Estávamos fazendo um ensaio comum de roupas íntimas, mas eu sabia que aquela era minha oportunidade. Fazia tempo que Toni não estava sendo visto e aceitando novos trabalhos. Fiz de tudo para me insinuar e conquistar nem que fosse um pouco da sua atenção, seus olhares azuis saindo do computador em que trabalhava para olhar para minha bunda enquanto passava.

Todas as fotos estavam sendo feitas no estúdio pessoal dele, com uma equipe bem reduzida e mais duas modelos além de mim. Como disse, ensaio bobo para revista de moda. Depois de anos nesse mercado, eu já estava confiante o suficiente para saber o que eu queria, e o que eu queria naquele dia era o Toni dentro de mim ali mesmo.

As horas passavam e escurecia, finalmente estávamos terminando as últimas fotos. Quando as pessoas começaram a se despedir fui ao banheiro para ajeitar minha maquiagem e me trocar e demorei mais do que o necessário. Quando saí, Toni era o último, guardando alguns objetos e pronto para apagar as luzes.

“Acho que perdi a hora. Ou cheguei na hora certa”, falei e abri meu casaco longo, revelando apenas um dos conjuntos de lingerie do ensaio. Ele não sorriu ou esboçou qualquer sentimento. Apenas caminhou lentamente na minha direção, tocou meu pescoço com suas mãos quentes e depois com seus lábios.

A ferocidade com que ele arrancou minhas roupas e como eu consegui o que eu queria foi inversa ao tempo que ele passou me comendo, ali, naquele fundo infinito branco, sempre por trás. Ele tinha uma tara louca pela minha bunda empinada. Ele segurava meus cabelos castanhos longos, apertava a carne da minha bunda com força e gemia como se só tivesse oxigênio para aquilo.

Quando terminamos, ficamos um pouco deitados até que fiz menção de sair, levantando-me e pegando meus sapatos e casaco. “Que tal terminarmos com um ensaio só para mim?”, ele perguntou, sorrindo malicioso, segurando minha mão e não me deixando sair.

“Mas o que devo usar?”, perguntei curiosa, voltando a me deitar ao lado dele no chão.
“Nada”, ele sussurrou em meu ouvido.

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