Conto Erótico: Preliminares pelo celular

Meu namorado é um preguiçoso no sexo. Vamos completar dois anos juntos e o máximo de criatividade que ele consegue colocar em nossas transas é revezar entre me comer de lado ou me comer de quatro. Na maior parte do tempo nos damos bem, nos divertimos e rimos, mas ele é daqueles que poderia me comer jogando videogame ou assistindo ao Netflix sem sentir qualquer diferença. Por isso dessa vez eu resolvi instigá-lo a sair do seu marasmo e tentar algo novo.

A gente tinha combinado de nos encontrarmos na casa dele para ver um filme e jantar. Eu sabia que provavelmente ele ia sugerir pedir algo em casa mesmo e assistir àquela série maluca de oito pessoas conectadas. No fim do terceiro episódio eu teria que me esforçar para conseguir alguma reação sexual dele e me esforçar ainda mais para conseguir um orgasmo numa foda de no máximo 15 minutos, sem preliminares.

Isso era o que me deixava louca, o fato de ele não ligar para preliminares, de ele ser egoísta a esse ponto. Mas as coisas boas que tínhamos com certeza eram maiores e mais importantes, portanto decidi tentar, tentar tirá-lo da zona de conforto. O Marco adora tecnologia e nessa época o Snapchat estava bombando. Antes de sair de casa enviei uma mensagem para ele com aquele bonequinho bizarro do filme “Jogos Mortais” e a mensagem: Vamos jogar um jogo.

“Uma maratona de filmes de terror?”, ele respondeu com a imagem do rosto dele em uma expressão de dúvida. Dava para perceber que ele estava jogado no sofá.

“Tô aqui embaixo, mas tem uma condição para eu subir…”, uma imagem minha no hall do prédio dele, carinha de triste. Estava vestida para impressionar, com uma blusa decotada e uma saia de couro bem apertada, valorizando meu quadril largo.

“Ah, é? E qual seria essa condição?”, outra foto da cara dele, dessa vez com uma expressão quase entediada.

“Faça o que eu mandar e você ganha isso”, na foto eu estava na escada de incêndio do prédio, saia levantada o suficiente para ele ver que estava sem calcinha, pernas abertas.

“Acho que alguma coisa está se mexendo”, uma imagem da virilha dele, o pau dele marcando a bermuda.

“Isso é bom, você ganhou mais alguns degraus”, foto de um dos meus seios para fora da blusa, meus dedos apertando o mamilo com certa pressão.

“Pronto, você conseguiu, vem logo”, imagem do pau dele duro, gritando fora da cueca.

“Não, não…”, estava agachada, ainda nas escadas, dois dedos brincando do lado de fora, quase entrando.

“O que eu preciso fazer?”, agora ele tinha mandando um vídeo dele começando a bater uma punheta, bem devagar.

“Acho que preciso ficar mais molhadinha para entrar”, uma foto minha chupando meus dois dedos lascivamente.

“Acho que consigo fazer isso para você”, ele respondeu com uma imagem da cabeça do pau dele, mostrando como ele estava babando de pré-gozo.

“Estou tão perto…”, coloquei o celular encostado na porta da saída de incêndio do andar dele e tirei uma foto minha por completo, pernas abertas, sentada em um dos degraus, apertando meus seios. Fiquei esperando alguns segundos por uma resposta e tomei um susto quando a porta se abriu. Marco parou e ficou me olhando enquanto eu continuava me tocando, enfiando os dois dedos na minha boceta.

“Sua vadiazinha”, ele falou e eu sorri. Ele se aproximou, tirou meus dois dedos e os chupou, os colocando de volta de onde saíram, bem devagar. Começou a chupar meus mamilos vagarosamente, minha mão livre cravada em seus cabelos. Enquanto isso ele movimentava meus dedos e adicionava mais um dele. Gozei. Pela primeira vez tinha gozado com as preliminares do Marco.

E elas não acabaram aí. Naquela noite fizemos um pequeno incêndio naquelas escadas.

Foi bom pra você? Comente: