Conto Erótico: Troquei meu namorado pela irmã dele

Às vezes você se apaixona por alguém loucamente... e esse alguém é quem menos você esperava.

Às vezes você se apaixona por alguém loucamente. E chega um momento fatídico em que descobre que essa pessoa não era exatamente quem você pensava. Foi isso que aconteceu, foi assim que eu troquei ele por ela.

Fomos para uma festa para qual eu nem queria ir, com gente estranha e muita bebida. Eu preferia ter ficado em casa, assistindo filme, comendo besteira… E vou ser sincera, queria dar loucamente. Mas ele queria sair e socializar, e beber seu “uisquinho”, falar do novo job que ia pagar pra caramba. A única coisa que ele usou como consolo é de que a irmã dele, a Cami, estaria lá e poderia me fazer companhia.

Sério, não deu nem duas horas de festa naquela casa da Vila Mada, que todo mundo já estava trêbado, as músicas já estavam se repetindo um milhão de vezes e ninguém parecia notar. Aos poucos, cada um dos convidados acabava dormindo em algum canto. Eu fiquei conversando com a Cami e parecia que era a primeira vez que eu realmente tinha conversado com ela. Conversado de verdade. Nós tínhamos tanta coisa em comum, que não entendia como não tínhamos nos tornado grandes amigas antes.

Mas já estava dando minha hora e há muito já tinha virado abóbora. Fui procurar meu namorado e o encontrei jogado em um sofá. Tentei acordá-lo de todos os jeitos até que ele simplesmente me empurrou, mesmo que fraco e eu percebi. Pensei: “Por que mesmo estou com esse babaca?”

Saí dali segurando as lágrimas e subi para a laje da casa e fiquei na companhia de latinhas e garrafas de cerveja abandonadas. “O que aconteceu?”, a Cami chegou por trás, colocou sua mão no meu ombro. Eu não aguentei e a abracei forte. A combinação do calor dos nossos corpos me reviveu. Era uma sensação estranha, mas ali, naquele enlace eu senti que tinha encontrado mais que consolo. Encontrei um lugar. O calor se espalhou dos nossos seios pressionados, dos nossos braços entrelaçados, do hálito quente dela no meu pescoço. Eu era uma grande chama.

E tudo que veio depois pareceu tão natural. Meus dedos se aventurando pelos cachos de cabelo dela, meu rosto se afastando e a encarando, e o tesão, sim, o tesão que tudo aquilo estava me dando. Ela sorriu e eu sabia que era aquilo que eu queria. Começamos a nos beijar apaixonadamente, aqueles beijos de tirar o fôlego, o gosto da saliva dela tomando conta de toda a minha boca.

As mãos dela quase arrancaram minha blusa, ela começou a beijar meus seios sem mesmo tirar o sutiã. Depois o abaixou e começou a lamber um dos mamilos enquanto brincava com o outro com os dedos. Eu gemia sem medo e sem amarras. A empurrei contra a barricada da laje, me agachei, levantei a saia e abaixei a calcinha dela. Tudo parecia novo para mim, como se eu nunca tivesse brincado com a minha própria vagina. Na minha frente havia uma boceta, algo que eu queria comer com a boca e a língua. E foi o que eu fiz.

Ela segurava minha nuca e dosava o quanto de pressão eu deveria dar, como minha língua deveria se mexer. Ela me levantou e falou no meu ouvido: “Minha vez…” Trocamos de lugar e foi a vez de ela acabar comigo no melhor sentido do mundo. De repente ela me virou e começou a beijar minha bunda até começar a lamber meu cu, enquanto os dedos dela me penetravam pela frente. Estava prestes a gozar quando vi que o sol começava a surgir. Sorri e tive o melhor orgasmo da minha vida.

Saímos dali sem ao menos dar tchau para o babaca do meu namorado. Tinha achado alguém que valia bem mais.

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